quinta-feira, 8 de setembro de 2011

True.

Concordo. Nem sempre vivemos com a intensidade necessária os vários momentos, ao longo da nossa vida. Nem captamos convenientemente a sua essência. A sua relevância. A sua verdade. Contudo, quando os ditos se transformam em memórias adquirem um outro valor. Tornam-se únicos. Todavia, distantes do nosso presente. Porque, exactamente, como a mesma água não passa duas vezes debaixo da mesma ponte, também é nas vivências/experiências que isso acontece. É naquele momento que devemos usufruir ao máximo. Vivê-lo profundamente. Pois, corremos o risco de nunca mais o podermos viver. São gestos, sorrisos, abraços, olhares, toques, atitudes, paisagens, lugares, visitas, etc. São pequeninas marcas  na nossa memória. Coisas simples. Coisas triviais. Mas, de facto, são as mais especiais.

A título de exemplo, eu quando vou a algum local onde me senti acarinhada ou onde vivi momentos felizes, despeço-me sempre (ainda que interiormente). Acho que devemos sempre despedir-mo-nos (do que quer que seja). Foi algo que aprendi com o tempo. De facto, a vida é curta. E nunca se sabe quando o nosso ciclo irá cessar. Infelizmente, não temos aviso prévio.

Acho que é só mesmo com o passar do tempo é que atribuímos o verdadeiro valor pelo que passámos.

2 comentários :

Ju disse...

Não poderia concordar mais! Por muito que quisesse, penso que não há mais a acrescentar...
Beijinho*

Ana disse...

De acordo, já me arrependi de tanta coisa que não fiz e podia ter feito...