quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Filme

Acabei de ver um filme: "The Blind Side". E sabem que mais? Adorei. Talvez alguns de vocês já o tenham visto. Daqui a pouco vou ver se relato sobre os assuntos que o mesmo me fez pensar. Por agora vou jantar.

Desejos e Filmes e Livros e Escrita

Nestas férias já vi tantos filmes. Umas dezenas. Ainda não chegaram às centenas, para mal dos meus pecados. Gosto de desfrutar de um bom filme, tal como ler um bom livro, passear, ler ou viajar. Não... não sou viciada em ver filmes. Gosto simplesmente. Entusiasmo-me com o enredo, com a respectiva história, com o desempenho dos actores/actrizes. Um dia... "quando for grande"... gostava de fazer um filme. Mas um filme em grande. Vá vai sonhando.
Oh, também gostava imenso de escrever um livro. Confesso que até tenho algum jeito. Acho. Consigo dispersar, imaginar locais nunca vistos, procurar os seus pormenores ocultos, divagar nas gavetas escondidas no meu íntimo, descrever. Ohhhhh como eu gosto de descrever. Imaginação, palavra fulcral para uma boa obra.

Pontos de vista

Estou para aqui a ver os noticiários. Assaltos, caso Rosalina, gato no lixo, partidas para o Paquistão, destinos de eleição cá dentro (em Portugal). Oh páh. Se houvessem notícias mais alegres nos telejornais uma pessoa até ficava mais bem disposta. Nem tudo pode ser mau. Vá lá... acabo de ouvir que há cada vez mais jovens a praticar trabalho voluntário. Perfeito. Excelente. "Boas acções". Tudo depende dos respectivos pontos de vista. Aprende-se sempre qualquer coisinha com os erros/boas acções dos outros.

Modos de VIVER

Eu bem sei, todos os dias são uma eterna aprendizagem. Se observássemos com mais atenção os pequenos pormenores da vida, saberíamos aproveitar melhor os momentos, as circunstâncias, até mesmo os próprios obstáculos que se atravessam na nossa estrada. Ninguém tem o caminho absolutamente livre, existem aquelas ervas daninhas, as pedras gigantes... "coisas" que nos podem atenuar a força, a vivacidade. Todavia, seja como for, acredito cada vez mais que se acreditarmos nas nossas capacidades, consciencializarmo-nos dos projectos que temos em mente (sobrepondo-os a qualquer custo) conseguiremos ser mais fiéis a nós próprios. Sabem porquê? Porque a concretização pessoal, até mesmo a emocional não está à venda na prateleira do centro comercial mais próximo. Está, antes, dentro de nós. É com as nossas ambições regradas e com os sentimentos/âmbito racional no sítio que conseguiremos ser aquilo que verdadeiramente queremos.
Bem... e vou deitar-me que hoje fartei-me de escrever. A chegada do fim das férias está a fazer-me mal aos fusíveis de livre arbítrio.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A humanidade está perdida

Hoje as pessoas estão cada vez mais perturbadas. A imagem da senhora, na Holanda, a atirar o gatinho para o caixote do lixo diz tudo. Expressa que a humanidade está totalmente perdida. Hoje compra-se, amanhã deita-se fora. Materialismo desmedido. Age-se em prol dos limites, dos extremos. Não há como distinguir o preto do branco. É por isso que a captação desta imagem pode dizer muito àcerca de como vivemos, de como encaramos os outros seres, as outras espécies. É triste, mas é uma realidade.
Há quem compre tudo o que vê à frente, apenas porque goste naquele dia, naquele momento. Talvez porque essa "acção" venha a tranquilizar um espírito inquieto. Há que saber encarar os problemas. Há que fugir aos novos problemas provocados pelos problemas antigos.
Ora vejamos se uma pessoa tem uma conta enorme das finanças para pagar (coisa nada agradável). Essa mesma pessoa deve encarar o problema de frente. Deve afogar os seus pensamentos exclusivamente em soluções. E não é num casino que os vai resolver. Até pode. Mas se tal não for possível poderá agravar a situação, resultando num problema novo. E sim, este seria bem pior. C'est la vie.

Todas as vidas têm um MAS

Hoje estou de olho em assuntos mundanos. Estou por aqui a ler os meus blogs favoritos e a dar comigo a pensar em coisas e mais coisas. Às vezes pergunto-me porque penso tanto, fazia-me bem não pensar tanto. Há gente que se queixa devido ao facto de ser demasiado "cabeça no ar".
Eu, pelo contrário, queixo-me do contrário. Demasiado concentrada, embora às vezes desastrada. Mas acho que sei qual é o meu mal. Vivo demasiado no meu mundo. Não, não é um mundo encantado. Mas também não é um mundo brilhante. Todavia, pode dizer-se que não tenho problemas graves absolutamente nenhuns.
Aliás, antes vivo na minha esfera natural, rodeada por um invólucro de um qualquer material que me protege e me faz ver o mundo de uma forma diferente das outras pessoas. Será que isto será um problema? Não me parece. Bem, a falar desta forma parece que sou autista (não tenho nada contra autistas, bem pelo contrário são pessoas formidáveis e extremamente sensíveis).
Todos temos um defeito. Ou vários. Diversos. Este talvez seja um dos meus. É bom reconhecer que este blogue me tem mostrado um caminho, um conhecimento do mundo alheio, mesmo sendo virtual. Hoje posso concluir que não foi em vão que criei este blogue.

Conclusões básicas, embora necessárias


1. Cada vez mais acho que o mundo é pequeno. Às vezes podemos pensar que não conhecemos certas e determinadas pessoas, mas afinal até já tinhamos conhecimento de quem já a conhecesse. Casos como este têm-me acontecido mais frequentemente.
2. Todos nós, por mais ricos que sejamos, ou, pelo contrário, pelo mais pobres - todos sem excepção - já pensamos como seria a nossa vida se nela mudássemos certos e determinados pormenores. Coisas simples e pequeninas. Na minha opinião, para se ser feliz (no verdadeiro sentido da palavra) é necessário dar-mo-nos aos outros, partilhar experiências, entre outras coisas. Todavia, nem todos temos a mesma facilidade para tal, outros mais, outros menos... mas ainda assim socializar faz parte da vida de qualquer pessoa.
3. Outra coisa que me faz cada vez menos espécie são os medos. Encaro-os, de frente, mais facilmente. Há quem não saia à rua de carro com medo de ter uma acidente. Há quem tenha medo de aranhas, outros de alturas, outros da solidão. Mas... tudo isso poderá ser ultrapassado com a calma necessária, com empenho no combate derradeiro, com coragem.
4. São os obstáculos que nos fazem crescer verdadeiramente. Olhar para nós. E depois vislumbrarmos os outros com outros olhos. É certo, ninguém disse que viver é fácil, que eu ou os outros somos fáceis de compreender, de entender. O que importa, na minha sincera perspectiva, é olhar para essas "barreiras da vida" com um sorriso, mesmo que por vezes amarelo. Mas, ainda assim, um sorriso.
E pronto... já disse o que ia cá dentro. Desabafos normais, embora desabafos.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Melhoras à vista

Sim meus amigos, hoje finalmente reconheci a minha recuperação. Grata pelas rezas, pelas promessas que alguns possivelmente fizeram (ehhehe). Isto... ao fim de horas de sofrimento. Parecia que tinha pequenos bisturis a partir-me a boca. Vá vá... não exageremos. Hoje estou deliciada no meu sofá... mas por pouco tempo. Daqui a pouco vou para a corrida. Já passei os olhos pelos meus blogs favoritos, comentar é que não comentei. Podem chamar-me preguiçosa... mas a verdade é que adoro ler blogs, todavia comentar não é o meu forte (apesar de adorar escrever). Acordei à pouco mais de 30 minutos, porém, para quem não dormiu nada na noite do dia anterior pode dizer-se que o balanço foi positivo.
Bem... tenham um bom dia meus pequenos trolls, como alguém da blogosfera diria!!!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Ai dores

Já não sei que faça ou que diga, se escreva ou fale, se leia. Estou neste momento a ver o diário de notícias, na tvi. Notícias... mas notícias tristes. Mas... o que eu preciso é de coisas felizes. Vá o que eu precisava agora era de uma núvem de sono, e não de saber que houve um ataque nas Filipinas, nem que caiu uma árvore na Madeira, nem de saber que os médicos excluem certas coisas para ganhar mais dinheiro. Sim, eu hoje estou do contra. Blogue, televisão, dores e mais dores, esticões, calor. Ai... se continuo assim daqui a pouco estou a arrancar os meus próprios cabelos. Quer dizer não exageremos. Se bem que nem com os medicamentos as dores malditas aliviaram. Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!

Noite em branco

Esta noite dormi menos do que 3 horas. Passei a noite em branco, com algumas dores provocadas pelos pontos que tenho na minha boca (maldito ciso). Que mal é que eu fiz! Ah e daqui a uma semana vou levar com outro arranque, a diferença é que é no lado oposto. Bem, e enquanto não se dorme arranjam-se novas e diversificadas coisas para fazer, tais como: pensar no semestre desgraçado que aí vem. Cerca de 2 semanas. Duas semanas para começar a entrar num ritmo regrado, esforçado, deprimente. Pode dizer-se que passei as férias em estado de semi-vida, não fiz nada que me fizesse pensar intelectualmente, a não ser pequeninas coisas. Sei que agora para entrar no ritmo vai custar um bocadito. Às vezes sinto saudades daquele stress maldito que me faz estar desperta para a vida. Actualmente só quero que estas horas passem, que chegue o dia do próximo arranque de dente incluso. Entretanto, vou pensar no nada.
2:15, vestígios de sono nem vê-los! Calmantes precisam-se, urgentemente!

Leiria, visitinha #1

E passado pouco mais do que 10 minutos desde o último post, cá me encontro vivinha como um passarinho acabado de nascer.
Bem, cá ver... novidades. Leiria, castelo, bares, restaurante Índio, mãe e o seu reencontro antigo, Nazaré, Castelos, Aljubarrota, Alcobaça, pessoas novas, automóveis, fotografias. Tcharan!!! Resumo perfeito.
Motivo da visita: a minha mãe, pessoa de bem como é, perdera o contacto com uma amiga de longa data, portanto, vinte anos volvidos, decidiram encontrar-se. Oh, quer dizer o reencontro fora já no ano passado, todavia, este ano, dada a minha ausência no anterior, a moça amiga da minha mãe queria a todo o custo conhecer-me que decidiu marcar outro encontro. E assim foi. Tanto foi que mi madre nem dormira, acordou às 4h00, cheia de ânsias, vontades e outras coisas. Mas como aqui a je estava de caixão à cova, com umas dores da operação que a matara, depois dos banhos e arranjos e afins... às 10h00 lá estavamos todos.

1:08

Depois do passeio por Leiria, encontro-me a olhar para o abismo, a desfrutar das dores provocadas pelo arranque do ciso incluso, a esperar pelo sono. Balanço: 1:00, televisão ligada para o boneco, computador em alto desempenho, mãos aplicadas nas teclas. Sono: 0%. Despertina: 100%. Daqui a pouco já cá venho contar mais coisas.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Parece-me que este blog está a necessitar de uma renovação. Já o tenho assim há muito tempo (ah... pelo menos para mim). Bem, antes de começar a provocar danos aqui no meu pequeno refúgio vou continuar a ver o telejornal e, simultanemente consultar uns sites de moda.

Aiiiii medddddddddooooooooooooooooo

Amanhã vou fazer uma pequena cirurgia de 4 tempos. Espero que corra bem!! Tenho medo. Actualmente ainda não tenho grandes danos. Mas a longo prazo a ausência da mesma poder-me-ia causar alguns estragos na minha saúde. Nada de especial. Todavia, com as anestesias todo o cuidado é pouco. Ah... para além disso com a saúde não se brinca. Eu sei estou a recorrer a frases feitas, contudo, frases correctas.
Hoje fui novamente à praia. Soube-me bem ao fim de 3 dias sem ir. Para a semana ainda queria ir mais, porém, tudo estará dependente de como correr a minha recuperação quanto à pequena cirurgia.
Tenho dedicado algum do meu tempo à leitura, outro à televisão. De resto, descanso e mais descanso tem sido o meu hobbie preferido.
Depois volto para dar notícias, se bem que tenho andado afastada da blogosfera.