Desde a última vez que aqui escrevi muita coisa aconteceu. Aproxima-se o fim de um ciclo. Espero que corra tudo pelo melhor. Estou a fazer por isso e a lutar por isso.
sábado, 21 de novembro de 2015
terça-feira, 4 de agosto de 2015
De volta a Portugal.
É verdade. Passou um mês desde que parti. Um mês bem vivido em trabalho e em liberdade. EUA. Uma grande experiência. Agora vou tentar retomar o trabalho! Estou de volta. E hoje com 184 visitas no blogue. Um pico de visitas que me deixou abananada.
sábado, 6 de junho de 2015
Sábado. 6 de Junho.
Hoje não estou definitivamente nos meus dias. Acordei mais preguiçosa do que o habitual. Mas tenho de contrariar. Se eu não fizer as minhas tarefas, elas não vão aparecer feitas. Por estas razões e mais algumas tenho mesmo de pôr mãos à obra. Ontem estive mais 2 horas com o orientador. Cheguei a casa sem vontade de olhar para a tese. Mas tenho de retomar:
(1) quer a leitura de mais papers (sobretudo, os papers antigos... há bastantes que ainda não li);
(2) quer a escrita simultânea com os papers (eu já tenho 50 páginas só de rascunho, mas agora é ir rascunhando, depois o texto robusto e final vai surgindo a poucos e poucos com o tempo);
(3) quer a simulação do meu modelo de validação da geometria a 2 dimensões;
(4) quer descobrir como vou implementar o preenchimento do domínio interior da minha geometria a 3 dimensões.
Nas últimas semanas consegui aprender a fazer geometrias a 3D, mais ou menos perfeitinhas.
O mal de quem está a desenvolver a dissertação, sobretudo... este género de dissertações computacionais é que estão sempre a surgir problemas, em cima de problemas. Coisas que não podemos prever e que vão acontecendo à medida que progredimos.
Ontem e hoje parei com o despertador. É necessário também descansar, dormir mais, e parar de pensar na dissertação durante uns dias. No fim-de-semana passado tentei esquecer a tese ao sábado (dia em que não toquei em nada da tese). Mas hoje vou tentar olhar para o que tenho que desenvolver e pelo menos ler os papers e ir escrevendo ideias e/ou reformulando as ideias que já tenho no documento principal.
Daqui a menos de um mês estou no TEXAS, nos EUA, e vou ficar durante 1 mês. Mês esse em que não vou ter tempo de pensar na tese, por isso é animar-me agora e tentar, na medida do possível, fazer o meu melhor. Tenho de acreditar em mim. Hoje e sempre!
Bom fim-de-semana para vocês.
Aproveitem bem o dia!
Hoje o dia é de trabalho!
terça-feira, 12 de maio de 2015
Diários da Dissertação.
Passaram 3 meses, ainda faltam receber os dados todos - ando apenas a fazer testes. Não escrevi muito. Ando a escrever aos poucos. Isto vai indo com muita calma. Espero que daqui a 2 meses tenha tudo mais encaminhado. Comecei a acelerar o ritmo em Maio, dado que só em Março é que as coisas ficaram mais claras entre os orientadores! É preciso ter muita força e pensar positivo! :)
domingo, 3 de maio de 2015
A Felicidade não faz barulho. [texto encontrado na net]
"Não falta nada, tudo está aqui.
Os livros na estante, os pneus dos carros fazendo barulho na estrada enquanto chove, o solo da guitarra naquele rock clássico, as estrelas no céu, o pão na torradeira, até mesmo o clima de verão já chegou, veja só que dádiva!
O amor está no peito, o sorriso nos lábios, nem sempre, só quando dá vontade. O coração permanece batendo no compasso, o preto e branco de certo dias, o brilho inconfundível de outros e as manhãs independentemente de qualquer coisa, carregadas de um ar não-sei-de-quê, que nos encoraja sempre ao recomeço.
A ferrugem no fusca velho estacionado na esquina, o blues da sexta-feira, a manga arremangada na hora de preparar o rango, o esmalte vermelho pela metade nas unhas, o caos da cidade grande, a simplicidade do interior amado, o pôr do sol de cada dia em qualquer lugar do mundo, em resumo: tudo em seu devido lugar e ordem, e supostamente, nada faltando.
O que nos falta é cessar com essa nossa mania de achar que alguma coisa sempre está faltando, de desconfiar que alguma coisa está errada quando tudo caminha silenciosamente bem, de não aceitar a neutralidade dos dias, dos sentimentos, das pessoas, da tristeza, da alegria, porque tudo conta, tudo é válido, tudo é como é por sua lei natural e cada uma destas coisas acontecem, com ou sem nossa percepção, e sempre irão acontecer, sendo assim, inquestionavelmente nota-se que aprender a conviver com elas é o mais indicado.
Mas sobre o que nos falta, posso citar algumas linhas: a humildade para compreendermos e aceitarmos que certas situações, alias, muitas delas, fogem do nosso comando, não dependem exclusivamente de nós, mas que fazer nossa parte e manter a mente tranquila a respeito dessa verdade é inevitável.
Falta-nos a compreensão de que o rio flui, e nós também.
Falta-nos a percepção de que somos parte de um todo e que esse todo é um complexo e intenso fluxo que circunda cada um de nós independente da nossa crença sobre ele ou não.
Sobretudo, de todas essas coisas que nos faltam, outras mil presentes em nós nos compensam, porque o amor sempre é maior, e o que seriam nossas atitudes se não amor? Erramos na tentativa de acertar, perdoamos a nós e a outrem por no fundo acreditarmos na boa intenção e no bom senso. Proporcionamos novas chances para os deslizes nossos de cada dia, para os vexames alheios, porque sabemos que visivelmente ou não, somos todos amor e nada mais.
Concluo com um pequeno detalhe que nos falta: compreender que nada nos falta. Entender que felicidade não é algo que chega, que vem, que aparece. Não é uma recompensa, não é uma meta de vida. Felicidade está sempre aqui, nasceu no mesmo dia e hora que você, habita teu corpo desde o teu primeiro momento neste mundo, bem como o amor.
Mas não espere que ela grite, cause cena e faça constante barulho de euforia, porque a felicidade, bem como o amor, é faísca, e faísca não faz barulho. "
(Kamila Behling)
sexta-feira, 1 de maio de 2015
1 de Maio.
É feriado, mas para mim não. Descansei de manhã, depois do almoço vi um episódio da anatomia de grey que estava em atraso. Mas agora ando a redigir texto ou pelo menos a esboçar, retirando dos artigos que tenho à mão. Passo horas a pensar no que fica melhor. Quero que o texto tenha um seguimento lógico. Ainda são só esboços, mas quero que fiquem bem feitos. Quanto à componente computacional ainda não peguei hoje nas geometrias 2D, mas aquilo está a dar-me imenso trabalho. Eu sei que consigo fazer, mas custa-me estar ali horas a ajeitar as coisas. Este fim-de-semana devem ficar feitas, pelo menos foi esse o limite temporal que me coloquei a mim própria.
Bom feriado! =)
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Working!!
Bom dia! Trabalhar, sim, tem de ser! Vamos lá alterar estas geometrias 2D, pô-las funcionais, para depois ver se os resultados são pertinentes ou não. Pelo menos as primeiras experiências correram bem. Além disso, ando com ideias já para a geometria 3D. Tenho já algum texto sistematizado, e muitos artigos seleccionados para resumir (para apoiar a Revisão Bibliográfica, a Metodologia e parte dos possíveis resultados tendo em conta aquilo que pretendo obter). Depois há ainda os livros médicos para apoiar o background médico que já redigi.
Balanço destes dois meses de trabalho: background médico esboçado, revisão bibliográfica esboçada (que aos poucos vai ficando completa), metodologia com tópicos, tópicos de discussão de resultados (os quais ando a recolher).
É continuar! :)
sábado, 25 de abril de 2015
Estive uma manhã...
Sim, estive uma manhã inteira para perceber o que devo fazer primeiro. Já escrevi os passos a dar. Tenho tanta preguiça. Mas agora à tarde vou ter de compensar. Tem que ser!
Sábado.
Oh esqueçam lá a história de falar em inglês no blogue! Já passo o tempo a ler e a escrever em inglês para a tese. Ontem foi dia de descanso absoluto, após a reunião com o orientador. Tenho várias tarefas para fazer, mas antes de começar a fazer o que quer que seja tenho de organizar mentalmente todas as tarefas. Para a semana não há reunião, por isso há dose dupla de trabalho. Ontem fui finalmente buscar o passaporte. Faltam 2 meses para a aventura, mas até lá tenho de me esforçar muito. Vou começar por ouvir música enquanto trabalho.
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Hello! Monday!
My simulations are with problems. Yesterday I was upset, and then... I went for a great walk near the sea. It was nice. Today I have many work to do, essentially, in terms of writing. Let's start!
sábado, 11 de abril de 2015
My big adventure.
Probably I will write with mistakes, but from now I'll start writing in English here, at least try during these 3 months until July. Yes, I will stay during a month in the USA. I have to do this for my own good, because otherwise I'll arrive to the USA and does not leave me a word for my colleagues. With the thesis I have read and written in English but isn't enough. I need to develop more and more my language skills. It seems a dream, but I know that these times won't be holidays for me. It will be a big experience and I want to enjoy without problems.
Vestidos.
Ontem foi dia de descanso total, mas hoje tenho de voltar à rotina. Aproveitei tratei do passaporte e comprei este vestido lindo, cor de cereja, que combina bem com a minha altura. Espero vir a ser feliz com ele. É da Mango, está sempre a aparecer nos anúncios publicitários e foi a um óptimo preço.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Rotinas vs a fórmula da felicidade
Vou passar a repetir este ritual de acordar cedo e deitar cedo. Ando bem, equilibrada, bem disposta. E, na verdade, produtiva. E é isso que se quer. A seguir a este post vou continuar a escrita da Revisão Bibliográfica. Amanhã de manhã começo logo com as simulações: o meu study no comsol não estava a funcionar tenho de rever o assunto. Mas tenho de conseguir. Enviei um e-mail ao meu orientador, mas ainda não me respondeu, e não costuma ser habitual, porque geralmente está sempre disponível. Estive hoje duas horas de manhã em torno de algo que não estou a conseguir obter resultados, tive de passar para outra coisa. E é assim que vou fazendo.
Mas não é dos meus rituais de estudo que vos quero falar. Antes quero mostrar-vos este texto maravilhoso sobre a fórmula para atingir a felicidade. Vale a pena ler!
"Não passar demasiado tempo com idiotas. Errar. Aprender com os erros. Fazer erros novos. Não dar alimento ao desespero nem deixar a esperança esfomeada. Rir sempre que possível. Amar a família, conversar com os amigos, ser gentil com desconhecidos. Dar um passeio de vez em quando. Comer com gosto. Preferir o céu a um ecrã, o canto dos pássaros a discursos políticos, a poesia às notícias. Ser paciente com o amor. Procurar ser-se quem se é e estar-se no dia e hora em que se está. Ser gentil com a família, amar os amigos, conversar com desconhecidos. Desconfiar dos adultos que parecem ter a vida resolvida ou que têm dentes demasiado brancos. Prestar especial atenção à sabedoria das crianças e dos velhos. Errar. Aprender com os erros. Fazer erros novos. Ser tolerante com o amor. Aprender com as histórias: as nossas, as dos outros, as dos filmes, as dos livros, as que estão a ser contadas na mesa do lado. Não adiar qualquer beijo. Não se deixar ser vencido por incompetentes. Não se deixar ser vencido por incompetentes. Não se deixar ser vencido por incompetentes. Ser exigente com o amor. Ouvir música todos os dias. Conversar com a família, ser gentil com os amigos, amar os desconhecidos. Ficar bêbado de vez em quando: de álcool, de ternura, de encanto, de riso. Ser gentil. Saber contar bem pelo menos uma anedota. Desenvolver de igual forma os músculos do sonho e da desilusão. Usar roupas confortáveis. Não se ficar preso às falhas de ontem, aceitar o que se perdeu hoje e acreditar nos milagres de amanhã. Ter um entusiasmo sempre à mão. Nas alturas em que a vida parece vazia de sentido, quando há um nó na garganta que dificulta a respiração, quando todos os punhais do destino estão cravados nas nossas costas, saber que alguém algures irá tomar conta de nós e que nenhuma dor, desde que o tempo começou, dói da mesma maneira para sempre. Ser comedido na indignação e pródigo na alegria. Atravessar um jardim pelo menos uma vez por semana. Não ficar nem bêbado de certezas nem agrilhoado por dúvidas. Recomeçar, quando necessário. Ser ambicioso nos anseios, moderado nas acções e humilde nas promessas. Estar no mundo de forma a que se consiga ouvir-se viver. Não seguir fórmulas para a felicidade. " - Esta é a quarta e última crónica de Nuno Amado publicada ao domingo sobre o seu novo livro Manual de Felicidade para Neuróticos.
"Não passar demasiado tempo com idiotas. Errar. Aprender com os erros. Fazer erros novos. Não dar alimento ao desespero nem deixar a esperança esfomeada. Rir sempre que possível. Amar a família, conversar com os amigos, ser gentil com desconhecidos. Dar um passeio de vez em quando. Comer com gosto. Preferir o céu a um ecrã, o canto dos pássaros a discursos políticos, a poesia às notícias. Ser paciente com o amor. Procurar ser-se quem se é e estar-se no dia e hora em que se está. Ser gentil com a família, amar os amigos, conversar com desconhecidos. Desconfiar dos adultos que parecem ter a vida resolvida ou que têm dentes demasiado brancos. Prestar especial atenção à sabedoria das crianças e dos velhos. Errar. Aprender com os erros. Fazer erros novos. Ser tolerante com o amor. Aprender com as histórias: as nossas, as dos outros, as dos filmes, as dos livros, as que estão a ser contadas na mesa do lado. Não adiar qualquer beijo. Não se deixar ser vencido por incompetentes. Não se deixar ser vencido por incompetentes. Não se deixar ser vencido por incompetentes. Ser exigente com o amor. Ouvir música todos os dias. Conversar com a família, ser gentil com os amigos, amar os desconhecidos. Ficar bêbado de vez em quando: de álcool, de ternura, de encanto, de riso. Ser gentil. Saber contar bem pelo menos uma anedota. Desenvolver de igual forma os músculos do sonho e da desilusão. Usar roupas confortáveis. Não se ficar preso às falhas de ontem, aceitar o que se perdeu hoje e acreditar nos milagres de amanhã. Ter um entusiasmo sempre à mão. Nas alturas em que a vida parece vazia de sentido, quando há um nó na garganta que dificulta a respiração, quando todos os punhais do destino estão cravados nas nossas costas, saber que alguém algures irá tomar conta de nós e que nenhuma dor, desde que o tempo começou, dói da mesma maneira para sempre. Ser comedido na indignação e pródigo na alegria. Atravessar um jardim pelo menos uma vez por semana. Não ficar nem bêbado de certezas nem agrilhoado por dúvidas. Recomeçar, quando necessário. Ser ambicioso nos anseios, moderado nas acções e humilde nas promessas. Estar no mundo de forma a que se consiga ouvir-se viver. Não seguir fórmulas para a felicidade. " - Esta é a quarta e última crónica de Nuno Amado publicada ao domingo sobre o seu novo livro Manual de Felicidade para Neuróticos.
Agora, a escrita.
Depois de ter estado 2 horas e pouco focada na geometria e nas simulações, fiz uma pausa de mais ou menos uma hora. Agora vou retomar: a escrita. Tenho de organizar os artigos que no início enfiei em pastas. De qualquer modo tenho tudo organizado no Mendeley.
Hipocrisia, cinismo.
Às vezes consigo ser muito tapadinha. Tenho de aprender a estar sempre com 5 pés atrás. Não podemos confiar nem na nossa própria sombra. Ok, posso estar a ser exagerada, mas é isso que sinto. Se as pessoas sabem que estás bem, dão-te os parabéns, mas no fundo gostavam que estivesses mal. Se sabem que estás mal, acham que é uma pena, mas no fundo riem-se por dentro. Desabafos à parte...
Agora vamos lá começar esta quinta-feira, vontade para começar a trabalhar (NULA), mas tem de ser se quero acabar isto a tempo e horas. Tenho de me sentir a andar sempre em contra-relógio para me tornar produtiva. Porque na verdade, se eu não fizer... ninguém fará por mim! E isto até à entrega é um saltinho!
Agora vamos lá começar esta quinta-feira, vontade para começar a trabalhar (NULA), mas tem de ser se quero acabar isto a tempo e horas. Tenho de me sentir a andar sempre em contra-relógio para me tornar produtiva. Porque na verdade, se eu não fizer... ninguém fará por mim! E isto até à entrega é um saltinho!
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