terça-feira, 24 de março de 2015

Foco, concentração, dedicação, método


Este ano está a passar a correr. Já estamos na Primavera.

Esta manhã dormi mais do que o habitual, mas ontem também me deitei tarde. Ando a fazer várias coisas ao mesmo tempo. Hoje vou isolar-me de tudo e dedicar-me apenas a uma coisa. Tenho estado a fazer uma simulação simples, e estou com calma a atribuir-lhe maior complexidade. É preciso paciência. Ainda está a correr. Tenho de aproveitar o tempo para ler o máximo que consigo: artigos científicos, teses de doutoramento, livros médicos. Documentos não me faltam. Missão para hoje já tenho... portanto... vamos lá, Terça-feira. 

sábado, 21 de fevereiro de 2015

A passos largos para Março.


Esta deveria ser a máxima desde quarta-feira. Mas a verdade é que me sinto cansada para tentar algo que preciso de fazer na segunda. Hoje vou distrair-me, amanhã talvez tenha forças para estar todo o dia a tentar novamente.

Um bom fim-de-semana a todos.

sábado, 27 de setembro de 2014

To do. My day.


11h30. Saturday. Let's go to start pendent stuff. 
Have a nice and happy day!
And don't forget to look at the picture below:


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Gazeta.



Esta tarde foi uma gazeta enorme. É o que vos digo. Mas valeu a pena. Agora é hora de pôr as leituras em dia. Tenho um artigo para reler para a cadeira de amanhã. É o que foi fazer de seguida.

Organização.



A organização diária das nossas tarefas é fundamental. Cheguei a casa às 14h, almocei, estive a tratar de marcações de consultas, falei com os meus pais e agora, após descansar, vou começar a preparar as tarefas a que me propus para hoje e preparar os dias que se seguem. Vamos lá!

Quanto ao tempo, o panorama lá fora está negro. Lisboa parece Veneza. 

É Segunda-feira! Mais uma semana! 

domingo, 14 de setembro de 2014

Música.


Já não coloco músicas aqui no blogue há algum tempo. Hoje foi o dia. Esta música tem-me acompanhado ao longo dos últimos dias. Ainda não arranjei tempo para pôr músicas no telemóvel. Parece anedota. E tive tanto tempo. Chamem-me preguiçosa. Eu mereço.

I don't put on the blog music some time ago. Today was the day. This music has accompanied me over the past few days. Not yet I found time to put music on my phone. Seems anecdote. And I had so much time. Call me lazy. I deserve it.

Início do novo ano.




Início do novo ano. Eis chegada a mentalização derradeira. Uma nova etapa é iniciada amanhã. 

Já ando por aqui a folhear algumas coisas, ainda não com aquela atenção. Enfim... É hora de dizer adeus às férias e de dizer olá de novo ao trabalho. É hora de reabrir a agenda e de voltar a anotar todos os passos do dia-a-dia. É hora de fazer as listas com o que tenho para fazer em cada dia. É hora de voltar à organização. Isto porque sempre tive a tendência para anotar tudo em folhas soltas, nunca tive facilidade em utilizar agendas, sempre anotei tudo dentro da minha cabeça. Agora vou passar a ser mais cuidadosa e a ser mais regrada nos horários para conseguir ter tudo pronto a horas e, consequentemente, de modo a cumprir objectivos. Vou tentar ser mais dedicada, empenhada, trabalhar no duro. Vou ter muita coisa para ocupar a cabeça. 


E, pronto, era basicamente isto que tinha para dizer.
Desejem-me boa sorte! 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Setembro.

Um post disperso com o que me ocupa a cabeça de momento...

1. Pronto, está a arrancar mais um ano lectivo. Os meus últimos dias de férias estão a terminar. Pena este tempo, este verão instável. Segunda recomeça tudo novamente. Espero que corra tudo bem. Vai ser puxado, mas espero conseguir tudo a que me propus. Quanto aos extras que enfiei na cabeça que queria fazer, vamos experimentar! Vou tentar, nunca se sabe se no fim consigo mesmo e fico ainda mais feliz por isso. E mais vale tentar... Do que desistir. Já tenho a estante, a secretária, o quarto, o computador organizados. Já pode começar. 

2. Este setembro começou com a operação do meu pai. Está a recuperar bem. É continuar com cuidado e tudo volta ao lugar. 

3. Vou tentar manter este espaço o mais actualizado possível. Contar as peripécias do dia-a-dia. Sim, volto de novo aos transportes públicos, logo, vão haver coisinhas para contar. 

Bom fim-de-semana. :)

terça-feira, 9 de setembro de 2014

É engraçado.

Quando me ponho a pensar: "Vou eliminar o meu blogue!" - volto sempre atrás. É certo, não tem assim nada de mais cá escrito. Bem, até tem. Tem uma história. Criei-o em 2010. À pouco "folhei" ao de leve o que escrevia em 2010. E o que me vem à cabeça é: "Anocas, tu és tão parvinha". Eu sei que sou. Mas, no fundo, gosto de ser assim. Para aqueles que me conhecem sabem que eu sou genuína. 

Não. Não vou eliminar o blogue. Vou escrevendo quando me apetece e quando tenho tempo para isso.  Já tem 5 aninhos e merece respeito. Eu só quero mesmo é ser feliz. E quero contar aqui as felicidades que alcançar. O "Valete de Ouros", esse se é que me entendem ainda não apareceu. Este ciclo ainda não se fechou. Acreditem. O blogue não vai acabar. 

O valor da vida.


A vida, por vezes, parece um dado adquirido. Parece. Mas não é. Só quando nos vemos em situações mais delicadas é que apreciamos a sua essência. Tento diariamente valorizar tudo quanto tenho. Pode até não parecer. Mas tento. Tento valorizar-me a mim e, sobretudo, tento valorizar as pessoas que mais me valorizam. Gosto dos meus pais incondicionalmente. 

É importante sentirmos apoio nos momentos mais cruciais da nossa vida. E deles tive apoio sempre. Ora de um, ora de outro. E quando falo em apoio, falo em muitas coisas: palavras, toques, sorrisos, lágrimas, olhares, abraços. Os olhares falam. Eles, os olhos, são o espelho da alma. São deles que nos escorrem as lágrimas. Porém, também sorriem. Eu gosto de olhos expressivos. Gosto de olhares que nos envolvem e que nos tocam na alma. O silêncio também fala. Eu aprecio muito o silêncio. Gosto de analisar o que se passa à minha volta. Analiso e calo. Calo porque, às vezes, as palavras não dizem nada. 

Hoje tudo (ou quase tudo) se compra. Mas o amor ainda não está à venda dentro de pacotes, embalagens. O amor não chega em embrulhos. O amor sente-se. O amor não está em anéis de diamantes. Não está no ouro, nem na prata. O amor está na compreensão, nas cedências, nos abraços, nas aprendizagens. 

Sim, para mim o valor da vida está no amor. 
Espero que tudo corra bem, como até agora tem corrido.

sábado, 6 de setembro de 2014

A Princesa Nôno

Eu não tinha conhecimento da história desta menina de 5 anos, antes desta divulgação em massa. Hoje toda a gente a conhece por princesa cor de rosa. Ou quase toda a gente. Tinha um tumor no rim direito com 16 centímetros. Não merecia ter este fim. Ninguém merece. Mantinha esta luta há um ano e uns meses. Tudo o que tem de acontecer acontece. Está destinado. Quando a genética está lá... não há muito a fazer. O que parece ter encantado foi a forma como esta pequena menina encarou a doença: com um sorriso. E nesse aspecto ensinou a muitos adultos que, sem um sorriso, vivem a vida (mesmo sem doença) sem lhe dar valor. São as coisas simples que nos cativam. E um sorriso, mesmo perante o sofrimento de uma doença destas, cativa, sem dúvida. 

Esta é apenas mais um caso com rosto, de muitos outros casos sem rosto. É com tristeza que vemos tantas crianças a partir com cancro. Mas, ainda assim, é melhor partir do que sofrer. 

É o destino. Temos de aproveitar diariamente o que temos e quando temos. Seja lá o que tenhamos, temos de dar valor, acarinhar, cuidar, alimentar. A vida é demasiado curta para vivermos irritados com pormenores que são apenas pormenores. Porém, às vezes, não é fácil. 

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

that's all.



Pensamento positivo. Esforço-me por pensar positivamente. De que vale pensar negativamente? Embora haja aqueles dias impossíveis. Quando assim for: respirar fundo e pensar positivo. É este o plano para o primeiro fim-de-semana de Setembro.

sábado, 30 de agosto de 2014

Estou naqueles dias.

Sabem aqueles dias em que nos apetece embirrar com tudo, em que nada está bem, nada faz sentido, tudo está mal feito? Aqueles dias em que estou rabugenta, em que me apetece ficar no meu canto e não mexer uma palha. Aqueles dias em que não consigo dormir porque estou com uma grande indisposição. Pois, não preciso de me explicar mais. Estou mesmo nesses dias que vocês sabem. Sinto-me hoje horrivelmente mal. Vou trancar-me a sete chaves em casa e fazer o mínimo possível. Hoje de manhã já tentei começar a ler 2 livros diferentes, em duas línguas diferentes para ver se me inspirava. Mas não. Estou com uma bruta falta de paciência. A minha conclusão para este Sábado, que aparentemente está magnífico: dias melhores virão.

(Comecem a atirar chocolates, acho que só isso é que me vai recompor)

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Constatações.


Não é importante quantos anos vivemos, mas como (ou o quão bem) vivemos nesse tempo. E, sobretudo, o significado que cada dia (desses anos) tem na nossa vida.

É totalmente verdade o que acima está escrito. Nem sempre vivemos na plenitude os nossos dias, por isso se diz que as pessoas nos dias de hoje não vivem, apenas sobrevivem. Há quem ande de um lado para o outro absorvido com o seu mundo e se esqueça de olhar para o exterior. Para os outros. Hoje vivemos sozinhos, apesar de estarmos rodeados por muitas pessoas. Há desconfiança, deslealdade. Mas não generalizemos, porque ainda há pérolas no oceano. Ainda há boas pessoas. Poucas, mas há. 

Aprendi ao longo da vida que as pessoas nos magoam mesmo sem quererem. Porém, às vezes não estamos predispostos a seremos magoados por pessoas que nos viram nascer, por pessoas da nossa família, por pessoas que fazem parte do nosso núcleo. Ainda que não estejamos todos os dias juntos, ainda que nos vejamos poucas vezes no ano, ainda que falemos quase todos os dias. As pessoas mudam (e de que maneira!). Mudam e nós damos por isso pelo balde de água fria que recebemos um dia, sem estarmos protegidos. E depois sentimo-nos magoados. Não nos podemos deixar pisar, ainda que gostemos muito dessa pessoa. Se alguma coisa não está bem, devemos de mostrar o nosso descontentamento. Não devemos deixar passar episódios em branco, porque mais tarde essa insignificância pode tornar-se num buraco negro. É importante que haja abertura e se a mesma não existir, é melhor o afastamento. O silêncio, para o bem e para o mal, fala.