segunda-feira, 28 de abril de 2014

dos acontecimentos.

Escrevo-vos directamente do meu ipad. Não sei bem o que hei-de dizer. Aqui vai... Hoje assistimos à notícia da morte do actor Pedro Cunha, pensa-se que se tenha suicidado. Não sei bem o que o levou a tal acto. A dor que sentia deveria ser, com toda a certeza, muita. Isto para vos dizer que a vida é tão grata, quanto ingrata. Tudo depende da perspectiva com que olhamos para o nosso caminho. Dizia-se que este rapaz era super focado na sua carreira, fazia tudo para alcançar os seus objectivos. Não terá sido a sua ambição de vencer para si próprio que ditou o seu fim? Até que ponto devemos exigir de nós? Até que momento devemos de lutar pelo nosso sucesso? Eu diria que há um meio termo para tudo. Todavia, só quem se encontra na situação é que sabe. Eu se visse aquele rapaz de 33 anos, mais velho 11 anos do que eu, na rua... Acharia-o bonito, jovem, talentoso, feliz. Não apontaria para a sua infelicidade. A verdade é que cada um de nós é um mar de sentimentos, alguns ocultos, escondidos na sua essência. 

Não sei o que leva uma pessoa ao suicídio, mas compreendo a pressão que por vezes sentimos. A vida às vezes fecha-nos num labirinto de emoções que nos abafam e nos tiram a vontade de viver. Mas há tanto para viver! Tanta gente, tanto país, tanta cultura! É certo que há também miséria em pobreza, miséria em dignidade, miséria em valores! 

Há que encontrar em cada um dos nossos dias uma luz que nos guie. Um ponto luminoso que nos agarre à vida. Temos que nos prender às boas energias. Temos que nos cultivar uns com os outros, ou simplesmente, sozinhos... Nos nossos momentos. 

A vida é muito mais que ambições desmesuradas. A vida é o amor dos nossos pais, dos restantes familiares, amigos, companheiros. A vida é dura, mas vale a pena. Temos que nos agarrar a alguma coisa que nos faça continuar... Mesmo quando sentimos que estamos a dar as últimas. A perfeição não existe, o amor é o sentimento mais perfeito de união. E nos nossos dias precisamos de união mais do que nunca... Porque sozinhos não somos nada.  

domingo, 20 de abril de 2014

Voltei em dia de Páscoa.

Voltei, para mais uma etapa. Quero deixar as coisas acontecer. Tal como tenho deixado. Não vale a pena forçar a barra, quando não sabemos o que está do outro lado. Podemos testar, apalpar terreno. Se bem que às vezes vale a pena arriscar. Bem... Mas não vamos entrar por aí.

A grande novidade é que vou começar este regresso com uma dieta. Vou tentar transmitir passo a passo o que ando a fazer para perder os 6 quilos a que me comprometi. Alterar mais uma vez os hábitos... Que a pouco e pouco perdi. Hoje iniciei o dia com um iogurte de morango no estômago e uma garrafa de água na mão. Estou mesmo a precisar de me sentir novamente leve!

 Vamos a isto! E já agora, votos de BOA PÁSCOA!!


sábado, 8 de março de 2014

Voltar.

Estou a pensar em voltar a este espaço. Voltar a escrever o que diariamente faço. Sinto a falta. Preciso de motivação e acho que este é um bom ponto de partida. Aproveitem o sol, aquele que se ambicionou durante os dias anteriores.

Feliz dia da Mulher.

Aqui ficam os meus votos de um feliz dia. Sim, porque nós merecemos. Merecemos pelo que lutamos diariamente para ditar os nossos pontos de vista. Pelo que damos de nós, às vezes a quem não merece nem um ovo podre.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Escolhas e decisões.


Ando em decisões e escolhas para o mestrado. Aliás, estão feitas. Biomecânica e Dispositivos médicos. Sempre achei que tivesse mais vocação para células. Mas em termos de tese prefiro fazer alguma coisa mais a nível prático, sei que vai ser difícil, muito difícil. Vou ter de superar-me! Mas se até hoje tenho conseguido... é continuar a batalhar. 

Em células iria ter a vida muito mais facilitada. Eu sei. Em gestão, não é algo que me motive. Sinais, muito menos. Portanto, ou seria células ou Biomecânica.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Aí vem mais um... ano!

De facto, o tempo passa. Passa rápido. Depressa. Vive-se. Urge respirar fundo neste tempo. E urge, sobretudo, pensar, olhar para trás, analisar o que se passou e o que se modificou em nós. A vida é uma caixinha de surpresas. Um manto de emoções que nos abafa o coração e que, não raras as vezes, nos corta a respiração. 

Ora bem. 2013 está mesmo mesmo quase a acabar. Mas acaba bem. Este foi uma ano de concretizações, de mudanças, de boas notícias, de inovações, de alegrias, mas, ainda assim, também houve fases um pouco amargas. Porém, houve um balanço positivo, houve a pitada de chocolate doce para alegrar os meus dias, houve aquela motivação de que todos necessitamos para progredir, houve o sol lá no céu da minha alma, houve vida. E só por isso já vale a pena festejar. 

Se Janeiro foi um mês de disparates (bons) entre amigas. Fevereiro foi um mês de mudanças e de algumas notícias boas e outras más. Março foi o mês de um novo conhecimento de outro mundo (dos transportes públicos e dos aparelhómetros da Apple). Abril e Maio foram os meses em que a minha mãe suportou um pouco a minha madrinha, dada a situação menos boa em que se encontrava (mas, hoje, aparentemente está curada, mas sob vigilância). Junho foi um mês de mais empenho. Julho (envelheci mais um ano) e Agosto foram meses de descanso. Setembro foi o mês de novas amizades e de algumas aquisições. Outubro foi o mês de consolidação de conhecimentos, bem como o Novembro (a operação da minha mãe) e Dezembro. Mas, nos entretantos, houve boa disposição, alegria e sorrisos.


(e, sim, esta sou eu!)

Bem, agora, é hora de dizer adeus. De dizer adeus ao que passou e de guardar o melhor na gaveta da memória. Venha, por isso, mais saúde, mais alegria, mais amor, mais sorrisos, mais energia, mais paz!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

De volta, mas...

Passei apenas para vos desejar um feliz e Santo Natal, junto daqueles de quem gostam mais.

Aos que andam a estudar para os exames da faculdade como eu (5 provas, no mínimo) desejo-vos bons estudos; os que estão efectivamente de férias, aproveitem!!

domingo, 27 de outubro de 2013

Da vida. Da nova vida.

Passou algum tempo desde a última vez que aqui escrevi. O tempo começou a ser escasso. A vida de andar de transportes públicos consome-me 2 horas por dia. Esta semana vai ser complicada: estudo e trabalhos. Mas é sinal que estou viva. Espero que desse lado estejam bem. Sejam felizes, nunca se esqueçam!

domingo, 15 de setembro de 2013

Fico contente... quando...

A minha amiga de anos... está a conseguir atingir o seu objectivo. E me motiva a alcançar o meu!

O blogue.

O meu primeiro blogue foi em 2009. Andava eu a tirar a carta de condução. Era lá que debitava algumas peripécias. Este surgiu em 2010. Depois passou por 2011e 2012, perdurando até 2013. Senhores, sabem o que isto significa? Que carrega tanto disparate. Um dia ainda o vou ler de uma ponta à outra. Mas hoje não é o dia. 

Porque é que eu entrei neste mundo dos blogues? A culpada é uma amizade de 12 anos. Sempre me neguei a ter um blogue. Mas eis que em Janeiro de 2010, me deu uma coisinha má, e lá criei um blogue. 

Se há uma coisa que eu preciso... melhorar...


Aliás não é uma única coisa. São várias. Mas sou uma precipitada em certas e determinadas alturas. Calada sempre fui, porém se me dão corda, eu vou por aí a correr. Também não é necessariamente a assim. Tendo a ser muito desconfiada, medrosa. Normal, certo?

O tempo mudou muito o meu feitio, abriu a minha mente ao mundo. Nem sempre é fácil aceitar o que nos acontece (de pior), contudo, devemos de continuar com um sorriso nos lábios e de cabeça levantada. E quando algo nos acontece de bom, devemos de aproveitar e agradecer de braços abertos. É tudo uma questão de equilíbrio. 

A minha mãe sempre se queixou que eu era extremamente carrancuda, que andava sempre de mal com a vida. Hoje não é bem assim. Tornei-me mais comunicativa, mais sorridente, mais capaz de ajudar os outros (porque, talvez, seja mais capaz de me ajudar a mim própria). Uma questão de confiança, de auto-estima? Talvez. Mas percebi o tão crasso ditado de que tristezas não pagam dívidas. Custa, por vezes, encarar e, principalmente, aceitar o que o destino ou a nossa sorte nos coloca no caminho. Aprendi e volto a dizer: tudo acontece por uma razão. Todavia, o nosso único remédio é apanhar o que ele (o destino) nos dá e retomar o caminho da melhor forma possível, com um sorriso. É óbvio que se sentirmos necessidade de chorar, devemos. Acumular más energias dentro de nós, maus sentimentos... impedem-nos de ser feliz, de encarar/receber o brilho do sol com a mesma intensidade. Problemas de consciência não trazem felicidade, fecham-nos ao mundo, atiram uma parte de nós para o vazio. E não é isso que pretendemos, pois não?

Além disso, talvez, a minha antiga atitude perante a vida, se devesse ao meu feitio. Era muito tímida. Se tivesse um buraco no chão, em algumas situações, era para lá que me colocava em segundos. Porém, lá vieram os genes da minha mãe alegrar a minha vida. Curiosamente, a minha mãe  sempre foi muito diferente de mim, é mais festivaleira, de fazer mais amizades, de falar com toda a gente. Bem, ela tinha 4 irmãos, eu sou filha única. Mas, sim, isso não é desculpa. Eu sempre fui mais parecida com o meu pai, mais introvertida, calada, de silenciar, de observar. Parece que a coisa mudou. Neste momento tenho das duas partes, pai e mãe. Sim, porque festivaleira (no verdadeiro sentido da palavra) também não sou. 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

(Re)ler este blogue.

É ao reler este blogue que me apercebo do quão negativa eu consigo ser. Por vezes, as coisas podem não estar a correr assim tão mal, mas eu 'auto-desmotivo-me'. O pessimismo é-me inato. Se bem que também consigo ter um qb de optimismo. Bem, está confuso, certo? Preciso de um equilíbrio e de uma boa noite de sono.

Em português do brasil, mas não faz mal.


Não fique triste quando ninguém notar o que fez de bom.
Afinal...
O sol faz um enorme espetáculo ao nascer,e mesmo assim, a maioria de nós continua dormindo.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Bom dia!


Não sei se tudo o que acima está escrito corresponde à verdade. No entanto, ao longo a minha vida já tive provas de que se acreditarmos, de facto, conseguimos. Força de vontade, dedicação, motivação, coragem são motores essenciais para que se consiga prosseguir. Teremos, com toda a certeza, altos e baixos. Mas como dizia o outro, a esperança é a última a morrer.