sábado, 8 de março de 2014

Feliz dia da Mulher.

Aqui ficam os meus votos de um feliz dia. Sim, porque nós merecemos. Merecemos pelo que lutamos diariamente para ditar os nossos pontos de vista. Pelo que damos de nós, às vezes a quem não merece nem um ovo podre.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Escolhas e decisões.


Ando em decisões e escolhas para o mestrado. Aliás, estão feitas. Biomecânica e Dispositivos médicos. Sempre achei que tivesse mais vocação para células. Mas em termos de tese prefiro fazer alguma coisa mais a nível prático, sei que vai ser difícil, muito difícil. Vou ter de superar-me! Mas se até hoje tenho conseguido... é continuar a batalhar. 

Em células iria ter a vida muito mais facilitada. Eu sei. Em gestão, não é algo que me motive. Sinais, muito menos. Portanto, ou seria células ou Biomecânica.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Aí vem mais um... ano!

De facto, o tempo passa. Passa rápido. Depressa. Vive-se. Urge respirar fundo neste tempo. E urge, sobretudo, pensar, olhar para trás, analisar o que se passou e o que se modificou em nós. A vida é uma caixinha de surpresas. Um manto de emoções que nos abafa o coração e que, não raras as vezes, nos corta a respiração. 

Ora bem. 2013 está mesmo mesmo quase a acabar. Mas acaba bem. Este foi uma ano de concretizações, de mudanças, de boas notícias, de inovações, de alegrias, mas, ainda assim, também houve fases um pouco amargas. Porém, houve um balanço positivo, houve a pitada de chocolate doce para alegrar os meus dias, houve aquela motivação de que todos necessitamos para progredir, houve o sol lá no céu da minha alma, houve vida. E só por isso já vale a pena festejar. 

Se Janeiro foi um mês de disparates (bons) entre amigas. Fevereiro foi um mês de mudanças e de algumas notícias boas e outras más. Março foi o mês de um novo conhecimento de outro mundo (dos transportes públicos e dos aparelhómetros da Apple). Abril e Maio foram os meses em que a minha mãe suportou um pouco a minha madrinha, dada a situação menos boa em que se encontrava (mas, hoje, aparentemente está curada, mas sob vigilância). Junho foi um mês de mais empenho. Julho (envelheci mais um ano) e Agosto foram meses de descanso. Setembro foi o mês de novas amizades e de algumas aquisições. Outubro foi o mês de consolidação de conhecimentos, bem como o Novembro (a operação da minha mãe) e Dezembro. Mas, nos entretantos, houve boa disposição, alegria e sorrisos.


(e, sim, esta sou eu!)

Bem, agora, é hora de dizer adeus. De dizer adeus ao que passou e de guardar o melhor na gaveta da memória. Venha, por isso, mais saúde, mais alegria, mais amor, mais sorrisos, mais energia, mais paz!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

De volta, mas...

Passei apenas para vos desejar um feliz e Santo Natal, junto daqueles de quem gostam mais.

Aos que andam a estudar para os exames da faculdade como eu (5 provas, no mínimo) desejo-vos bons estudos; os que estão efectivamente de férias, aproveitem!!

domingo, 27 de outubro de 2013

Da vida. Da nova vida.

Passou algum tempo desde a última vez que aqui escrevi. O tempo começou a ser escasso. A vida de andar de transportes públicos consome-me 2 horas por dia. Esta semana vai ser complicada: estudo e trabalhos. Mas é sinal que estou viva. Espero que desse lado estejam bem. Sejam felizes, nunca se esqueçam!

domingo, 15 de setembro de 2013

Fico contente... quando...

A minha amiga de anos... está a conseguir atingir o seu objectivo. E me motiva a alcançar o meu!

O blogue.

O meu primeiro blogue foi em 2009. Andava eu a tirar a carta de condução. Era lá que debitava algumas peripécias. Este surgiu em 2010. Depois passou por 2011e 2012, perdurando até 2013. Senhores, sabem o que isto significa? Que carrega tanto disparate. Um dia ainda o vou ler de uma ponta à outra. Mas hoje não é o dia. 

Porque é que eu entrei neste mundo dos blogues? A culpada é uma amizade de 12 anos. Sempre me neguei a ter um blogue. Mas eis que em Janeiro de 2010, me deu uma coisinha má, e lá criei um blogue. 

Se há uma coisa que eu preciso... melhorar...


Aliás não é uma única coisa. São várias. Mas sou uma precipitada em certas e determinadas alturas. Calada sempre fui, porém se me dão corda, eu vou por aí a correr. Também não é necessariamente a assim. Tendo a ser muito desconfiada, medrosa. Normal, certo?

O tempo mudou muito o meu feitio, abriu a minha mente ao mundo. Nem sempre é fácil aceitar o que nos acontece (de pior), contudo, devemos de continuar com um sorriso nos lábios e de cabeça levantada. E quando algo nos acontece de bom, devemos de aproveitar e agradecer de braços abertos. É tudo uma questão de equilíbrio. 

A minha mãe sempre se queixou que eu era extremamente carrancuda, que andava sempre de mal com a vida. Hoje não é bem assim. Tornei-me mais comunicativa, mais sorridente, mais capaz de ajudar os outros (porque, talvez, seja mais capaz de me ajudar a mim própria). Uma questão de confiança, de auto-estima? Talvez. Mas percebi o tão crasso ditado de que tristezas não pagam dívidas. Custa, por vezes, encarar e, principalmente, aceitar o que o destino ou a nossa sorte nos coloca no caminho. Aprendi e volto a dizer: tudo acontece por uma razão. Todavia, o nosso único remédio é apanhar o que ele (o destino) nos dá e retomar o caminho da melhor forma possível, com um sorriso. É óbvio que se sentirmos necessidade de chorar, devemos. Acumular más energias dentro de nós, maus sentimentos... impedem-nos de ser feliz, de encarar/receber o brilho do sol com a mesma intensidade. Problemas de consciência não trazem felicidade, fecham-nos ao mundo, atiram uma parte de nós para o vazio. E não é isso que pretendemos, pois não?

Além disso, talvez, a minha antiga atitude perante a vida, se devesse ao meu feitio. Era muito tímida. Se tivesse um buraco no chão, em algumas situações, era para lá que me colocava em segundos. Porém, lá vieram os genes da minha mãe alegrar a minha vida. Curiosamente, a minha mãe  sempre foi muito diferente de mim, é mais festivaleira, de fazer mais amizades, de falar com toda a gente. Bem, ela tinha 4 irmãos, eu sou filha única. Mas, sim, isso não é desculpa. Eu sempre fui mais parecida com o meu pai, mais introvertida, calada, de silenciar, de observar. Parece que a coisa mudou. Neste momento tenho das duas partes, pai e mãe. Sim, porque festivaleira (no verdadeiro sentido da palavra) também não sou. 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

(Re)ler este blogue.

É ao reler este blogue que me apercebo do quão negativa eu consigo ser. Por vezes, as coisas podem não estar a correr assim tão mal, mas eu 'auto-desmotivo-me'. O pessimismo é-me inato. Se bem que também consigo ter um qb de optimismo. Bem, está confuso, certo? Preciso de um equilíbrio e de uma boa noite de sono.

Em português do brasil, mas não faz mal.


Não fique triste quando ninguém notar o que fez de bom.
Afinal...
O sol faz um enorme espetáculo ao nascer,e mesmo assim, a maioria de nós continua dormindo.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Bom dia!


Não sei se tudo o que acima está escrito corresponde à verdade. No entanto, ao longo a minha vida já tive provas de que se acreditarmos, de facto, conseguimos. Força de vontade, dedicação, motivação, coragem são motores essenciais para que se consiga prosseguir. Teremos, com toda a certeza, altos e baixos. Mas como dizia o outro, a esperança é a última a morrer.  

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

O blogue da Alexandra Ambrosio.

http://abyafashionblog.wordpress.com

Concordo.


JÁ está! :)


Pronto, vou continuar o Mestrado que comecei a fazer no semestre passado. Estou no sítio que queria. Numa boa universidade que, com toda a certeza, me vai criar muitos cabelos brancos. Estou também no curso que pretendia. Resta continuar. E esforçar-me um pouco mais. Fazer o meu melhor. E é isto. :)

terça-feira, 10 de setembro de 2013

A vida.

A vida é complexa. Muito. Se por um lado podemos ficar felizes por nós. Por outro, também podemos ficar tristes pelo sofrimento dos outros. Acho que ninguém deveria de sofrer. Um mundo sem sofrimento. Gostava de ver sorrisos rasgados nas pessoas. Crianças felizes, pessoas sem fome. Tanta coisa. Gostava de ver a inveja de lado e os maus sentimentos também. Gostava de ver verdade espelhada nos olhos das pessoas.

Também há aquelas pessoas que nos surpreendem pela positiva. Muitas merecem sempre uma segunda oportunidade. Não será ao acaso que se diz que ninguém nasce ensinado. Eu não nasci. Mas tu também não. Ninguém é superior a ninguém. Tu és tu, pelo que te foi incutido, cultura e valores incluídos. A experiência de vida é uma excelente forma de levarmos pontapés de todos os lados. Difícil não é? Todavia, também nos traz das melhores alegrias. Tantas?! E ainda bem.

Na próxima semana, começa verdadeiramente uma nova experiência. Uma vida que começou no semestre passado e que, felizmente ou infelizmente, irá continuar nos próximos tempos. Espero conseguir estar apta para o que aí vem. 

No fundo, tudo o que vivemos é um trambolhão de sentimentos, de emoções, de decisões, de escolhas. Tudo nos mostra caminhos. Se bem que às vezes não queremos vê-los. Mas ela,  a vida, arranja sempre uma forma de nos colocar uma lupa à frente, nem sempre da forma mais delicada. São os tais pontapés de que levamos. Espero não levar muitos nos próximos tempos. Quem sabe?!

Falei muito em pontapés?! Até parece que vou jogar futebol. Mas não. Não estou num jogo de futebol. Estou no jogo da vida. Naquele em que o treinador não existe, mas que se personifica na experiência que cada um carrega consigo. Onde as decisões dentro de campo, são conjugadas entre o coração e a razão. Onde a equipa não tem tantos jogadores, porque a equipa és unicamente tu. Embora tudo dependa do teu ponto de vista. Cultiva amizades e serás feliz verdadeiramente. Cuida da tua família. Pratica o bem. 

E tudo acontece por alguma razão.