quinta-feira, 11 de abril de 2013

Eu e as minhas distracções... as minhas distracções e eu.

Ora bem, hoje foram menos de 4 horas para dormir. Confesso que estava sem sono. Certas preocupações apoquentam-me, no entanto, bem sei que às vezes mais vale acalmar (mas sinceramente não consigo). Sou humana, tenho sentimentos, e, por vezes, vivo num emaranhado de pensamentos que me impedem de ver as coisas exactamente como elas são. Penso de mais é o que é... e, a maior parte das vezes inutilmente.

1.ª do dia - Esta eu muito bem no comboio, vem uma senhora na minha direcção. Parecia cansada e eu gentilmente lhe perguntei se se queria sentar-se no meu lugar. Para não dizer que estava a achar bom de mais hoje ter arranjado um lugar no comboio para assentar o esqueleto! A senhora contou-me toda a sua história em menos de 5 minutos, que trabalhava no restaurante X, que era cozinheira, que estava lá à 36 anos, mas que adorava trabalhar naquele local. Basicamente, parecia estar-me a vender o restaurante. Mas retive a ideia de que quem corre por gosto não se cansa. E notem que a senhora já não tinha bom andar (daí eu lhe ter perguntado também se se queria sentar)... a senhora bem me explicou que todos os seus problemas eram relativos ao facto de passar todo o dia em pé. E reparem confessou-me que só descansa/senta-se 30 minutos durante o dia, fora as vezes que vai à casa de banho (dito pela mesma senhora). Isto só a mim. Mas lá lhe disse que um dia passaria no restaurante. 

2.ª do dia - Um rapazito estava a tentar passar e eu, distraída, como sou... nem reparei que lhe estava a tapar a passagem. Eu juro que não faço de propósito! Mas, sinceramente, tenho reparado que há coisas mais fortes do que eu!

3ª do dia - Estava eu alegremente com o meu croissant misto prensado acadinho de comprar (ainda sobre o prato), quando de repente deixo de ver as pessoas com quem estava porque tinham vindo cá para fora. Eu a pensar que elas já se iam embora... para outro local. E lá ia eu atrás delas. No entanto, sou surpreendida com um telefonema. Perco-as de vista. Esperem... estava aqui a Ana com o prato na mão e metade do croissant na outra mão. Reparo do momento: Por pouco não foi tudo ao chão. (Cata* se leres isto já sabes porque não voltei a ir ter com vocês cá fora... não vos vi... só no fim quando estava ao telefone)

E é isto!!

Ainda não vos contei o episódio de ontem!! Mas fica para depois, é insólito!!

terça-feira, 9 de abril de 2013

Das músicas.


Esta é a do anúncio da vodafone.

Sabem qual era a minha vontade?

A minha vontade actual era ir dormir. Estou exactamente como a senhora que tinha hoje à minha frente no comboio (estava a dormir em pé). Enfim, vou ligar a música e ver se desperto... daqui a pouco vou também assaltar o frigorífico... com sorte ainda me agarro a um gelado ou a uns morangos (se ainda ninguém os tiver comido).

Da vida. Dos momentos. Da família.


Já passa da 1h da manhã, mas não me quis ir deitar sem antes vir aqui escrever. Amanhã vai ser um dia decisivo. Sei, madrinha, que vais ter força para suportar o caminho que ainda tens pela frente. Sei que vais ser forte e que não vais desanimar. Já percorreste um caminho tão longo até aqui...

Apesar de todas as adversidades pelas quais já passaste, queremos pensar que este foi apenas um ano menos bom na tua vida. Tu és forte e, por isso, vais ter a força necessária para recuperar e ultrapassar tudo que o futuro te trará. Mesmo distantes nós estamos contigo. 

Vamos acreditar e depositar o que resta da nossa fé na tua rápida recuperação. Não te disse isto hoje ao telefone. Fui mais breve. Ainda, assim, tentei dar-te alguma força. Vai correr tudo bem. É nestas alturas que sabemos o quão frágeis somos.

Até amanhã. 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Das fotos com vida.


Tenham uma óptima segunda-feira. 

Como para o próximo fim-de-semana não vou estar por cá, vou ter que ter tudo estudado até sexta-feira, porque terça tenho frequência. Aqui vou eu até às 20h00 estudar! Desejem-me sorte. Dito assim e com uma imagem destas até parece engraçado, mas não é!

domingo, 7 de abril de 2013

Dos domingos.

Hoje já fui à praia e voltei. Já me enfiei num centro comercial. E agora vou almoçar. Depois vou agarrar-me às leituras, porque estou tão atrasada. Desejem-me sorte!

sábado, 6 de abril de 2013

Curiosidades manhosas.

Há alguma palavra que vocês tenham reparado que ao entrar para a universidade se tenham repetido vezes sem conta por parte dos vossos professores? Eu tenho uma. No secundário, os professores nunca a mencionavam, mas a partir da Universidade... ui... já perdi a conta às vezes que já a ouvi. A dita é a palavra trivial. Trivial para aqui, trivial para ali. É a palavra que mais repete nas aulas, pelo menos a meu ver. Para os professores parece que tudo é uma trivialidade.

Mudando de assunto, a verdade é que eu tenho 104 páginas para ler de um livro e ainda estou na página 15. O cenário está muito negro!

Das imagens que nos inspiram.


Imagens à parte: Hoje está um dia muito bom. O sol voltou novamente a brilhar na região de Lisboa. 

Bom dia!

Constatações de uma manhã de sábado:

O meu pai acaba de me trazer uma cenoura, especialmente para mim.
Estará ele a querer chamar-me coelho ou égua?

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Das coisas que acontecem.

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Sou da opinião de que devemos fazer tudo aquilo em que acreditamos, mesmo que não seja o mais certo ou correcto. Afinal, a vida passa tão rapidamente e muitas vezes surgem arrependimentos de não termos feito certas e determinadas acções. Eu acho que devemos tomar as acções de acordo com o que a nossa consciência ditar. E foi isso que fiz hoje. Ainda assim há problemas de consciência que não conseguimos evitar. Não importa se somos chatos ou, em certo ponto, ingratos. Acho que devemos de deixar a nossa consciência limpa de qualquer problema. Sim, ser sinceros, verdadeiros, leais a nós próprios. Se o que fazemos não é o mais correcto à vista dos outros? Isso é algo que muito pouco me interessa. Os outros não vivem com a minha consciência. E não há nada pior que pesos de consciência.

Aprendi com a vida que o mais importante é sentir-mo-nos bem connosco próprios... lembrando-me de que tristezas não pagam dívidas e mais vale arrependimentos do que ausência de acções. E se por acaso desiludirmos alguém... às vezes... acontece! 

A continuação do post anterior.


Isto não está fácil. Supostamente nós somos o sítio que nos faz falta. Gostamos de achar que somos o nosso porto de abrigo, que estamos envoltos na nossa esfera e pensamos que nada nem ninguém nos pode tirar do nosso caminho. Eu gosto de pensar assim. No entanto, sei que isso não corresponde bem à realidade. Não é preciso muito para perdermos o rumo, para nos perdermos no labirinto que é a nossa consciência, para nos questionarmos quanto ao nosso caminho. Às vezes há dúvidas que comprometem a nossa existência, a nossa forma de ver o mundo. Isso aconteceu-me ontem à noite, não que seja algo que me tenha tirado completamente o sono, mas mexeu com a minha consciência. Digamos que a trovoada também não ajudou a que eu dormisse melhor. Cheguei à conclusão que toda a gente sabe, que há dias para tudo, e ontem foi o dia em que eu perdi o rumo...sentimentos que nos baralham o pensamento e, sobretudo, o nosso coração, ainda que por momentos, sem que ninguém imaginasse.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Ser diferente.

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Hoje cheguei à conclusão que eu devo ser a ave mais rara à face da Terra. Ou talvez não. É saudável sermos diferentes uns dos outros. Se fôssemos todos iguais, este mundo seria aborrecido. Às vezes, parece que ajo contra minha própria vontade, o que digo, o que faço. Parece que faço tudo ao contrário. Talvez, não tenha confiança em mim, ou, talvez, tenha entrado neste túnel onde me sinto confortável e de onde não quero sair para todo o sempre. Ao longo da vida temos a tendência de nos acomodarmos àquilo que nós achamos que nos faz melhor. E, talvez, seja isso que eu esteja a fazer neste momento. Esta é a minha constatação do dia de hoje. Tinha muitas coisas para dizer, mas é melhor ficar-me pelo silêncio. 

Destes últimos dias.

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Sim, as minhas intenções para estas férias eram boas. Deixar as coisas organizadas e tratar de todas as tarefas pendentes. Devo dizer que os primeiros 4 dias foram produtivos consegui fazer o que tinha proposto a mim mesma, os 3 restantes... bem... não consegui fazer nada. Acho que isto não me acontece só a mim. Às vezes só com a pressão é que as coisas funcionam realmente. Enfim, agora não há nada a fazer. E, de facto, férias a sério são aquelas de papo para qual, qual texugo assolapado no sofá...em momento de relaxamento. É que até a novela passei a ver, coisa que eu raramente faço!