sábado, 23 de março de 2013

Uma iniciativa gira!!


Mil lanternas tailandesas iluminam céu de praia em Oeiras no sábado 


Um grupo de amigos, que também faz parte de um movimento de solidariedade,  os "Buga Lá Ajudar", decidiu no final do ano passado criar um evento a que  chamou "Vamos colorir 2013" com o objetivo de "promover a esperança entre  as pessoas e afastar o azar". 
O evento, marcado para sábado às 20:00 na Praia da Torre, em Oeiras,  é gratuito e passa pelo lançamento de mil lanternas tailandesas que serão  distribuídas uma hora antes. 

fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/cultura/2013/03/21/mil-lanternas-tailandesas-iluminam-ceu-de-praia-em-oeiras-no-sabado

sexta-feira, 22 de março de 2013

É sexta-feira, yeah!

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Chegou a sexta-feira e com ela chegou o meu fim-de-semana. Hoje não fiz nada e, portanto, puro descanso.   A minha mensagem de hoje para vocês é o que está escrito na imagem acima: nunca se esqueçam de quem são, ou seja, sejam fiéis a vocês próprios. Eu sei que é muito fácil falar, mas podemos sempre fazer um esforço. 

quarta-feira, 20 de março de 2013

terça-feira, 19 de março de 2013

segunda-feira, 18 de março de 2013

Certamente.


Preparem-se, acabaram as estrias!

O + fácil que para mim é o + difícil.

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Eu sei que não sou uma pessoa fácil. Sou do tipo: complico o mais simples e, portanto, defino-me como uma complicada do pior. Quando um certo assunto me assola o miolo, aí... pronto... nada feito. Gostava de ter a facilidade de descomplicar, como certas pessoas parecem ter. Mas até certo ponto é isso que nos torna especiais: sermos diferentes. Hoje disseram-me que eu era especial e, de certa, forma isso tocou-me o coração. E, pronto, lá vou eu complicar. Simplesmente porque não aceito o dito só por dito, quero saber a razão, o motivo, toda uma teoria robusta e bem composta acerca do que foi dito. No fundo, sou mulher. E, estando, em TPM, ainda sou pior. Coisas da vida, coisas do coração.

Dos dias.

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Escrever neste blogue já se tornou numa rotina. Nem que sejam poucas palavras, ditas da boca para fora. A verdade é que afinal ainda não chegou o momento. É verdade, sou um pouco precipitada. Mas acho que devo continuar e não me devo ir abaixo pelo que se passa/ se tem passado. Gostava que tudo estivesse a correr pelo melhor, gostava de ver a minha mãe e a minha madrinha curadas. Gostava. Está tudo a acontecer ao mesmo tempo. Porém, não podemos forçar as coisas. Somos mesmo obrigados a viver um dia de cada vez... por mais que queiramos ultrapassar certas etapas... a que somos obrigados a viver. Não vou abandonar o Valete, porque ele faz-me bem. Sinto-lhe a falta. Faz-me desabafar quando tenho algo a dizer ao mundo, mesmo que sejam 'coisas' simples. 

Os últimos dias não têm sido fáceis cá em casa. No entanto, eu acredito que com o tempo, ainda mais tempo. Tudo vai ser ultrapassado. Basta acreditar. Valha-nos ao menos o sol a brilhar! E venham dias melhores...

domingo, 17 de março de 2013

Talvez o FIM.

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Parece que sim. Parece que este blogue chegou ao fim. Aqui passei bons e maus momentos. Aprendi algumas coisas (muitas até). Retirei daqui algumas experiências, algumas pessoas (muito queridas, outras nem por isso). Mas há alturas em que temos que ter os pés assentes na terra e decidir se queremos continuar e se isso vale a pena (ou não). Nunca pensei que este blogue fosse durar tanto tempo. Nunca pensei mesmo. Foi uma brincadeira criá-lo. Estou insegura quanto a esta decisão, porque este blogue ainda me diz muito. Mas a vida muda-nos, crescemos e perdemos as convicções que antes tínhamos. Caímos na realidade. Ontem parece que este momento já se adivinhava, estive a ler uma boa parte de posts antigos que aqui publiquei, como que a recordar os primórdios deste blogue. Não sei se alguma vez vos disse, mas não gosto nada de ler o que passou! Não gosto de ler o passado!

Quanto ao blogue,  por um lado, gostava de não abandoná-lo. Mas, por outro lado, sinto que posso fazer um novo começo. Na vida, temos que decidir o que nos faz melhor. E eu, simplesmente, não sei se este blogue ainda me faz bem.

Talvez esta seja apenas um fase... ou apenas da altura do mês... TPM. Parece-me mais uma crise existencial, uma indefinição, uma incoerência de pensamento, uma flecha que me atingiu a alma. Será que chegou o derradeiro momento de te abandonar, Valete de Ouros? Talvez... nem eu sei. 

Só o tempo vai ditar... 

Dos momentos.

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Nestes últimos dias que passaram não andei propriamente com o melhor estado de espírito. Contrariamente aos dias anteriores a estes, em que andei bem disposta comigo mesma e positiva. Não gosto, sinceramente, de ser apanhada de surpresa. Não gosto que o meu humor oscile repentinamente. E, desta vez, doeu-me o que aconteceu. Feriu-me. Magoou-me. Andei um pouco perdida neste meu mundo. Na quinta-feira à noite as coisas não correram bem. Na sexta-feira, soube-se o resultado de um exame médico. Ontem andei muito parada por casa e hoje não sei bem. Todavia, vou agarrar-me a alguma coisa e pôr-me a ler. Talvez seja o melhor que faça. Estou um pouco em baixo. Estou triste. E quando assim estou, passa sempre pela minha cabeça acabar com este blogue, o qual tem alguma relevância para mim, sabe-se lá porquê. Têm acontecido algumas coisas estranhas, às vezes penso uma coisa e faço exactamente o contrário. Mas a quem é que isto não aconteceu? Preciso de estabilidade, de silêncio dentro de mim, de confiança. E sinto que neste momento não tenho nada disso. Os dias passam por mim e deixo-os passar como a areia entre os dedos. Enfim. Tenham um bom domingo. Amanhã estarei melhor, vamos acreditar que sim!

sexta-feira, 15 de março de 2013

terça-feira, 12 de março de 2013

Praticar, praticar! Sim??


Não concordam que deveria haver tudo isto a duplicar? Vá, excelentíssimas pessoas, digam em coro: SIM!!

Eu noto por mim e pelo que vejo no meu dia-a-dia. Às vezes não ponderamos bem as nossas atitudes e comportamentos. Eu muitas vezes nem reparo, mas faz parte do meu feitio. Respondo torto, oh se respondo. E quantas vezes? Nem sei. Posso sempre tentar alterar um ou outro traço da minha pessoa, mas é difícil. Mas também vos digo se tiverem uma vontade enorme de mudar, vocês conseguem. Eu sei que quando queremos mesmo mesmo mesmo mesmo uma coisa, se nos esfolarmos por ela conseguimos... (bem, não se aplica a tudo tudo tudo, mas, ainda assim, a quase tudo na vida).

De facto, eu adoraria que existisse mais amor nas palavras, mais paciência ao ouvir os outros, mais cuidado a lidar com os outros (que pensam e se comportam de forma diferente de nós). Liberdade senhores, liberdade!! Onde pára a minha liberdade, começa a liberdade alheia. A roupa bonita, faz sempre falta, mas também não é bem por aí. É óbvio que se todos andarmos bem vestidos, é bonito de se ver. Mas reflectindo bem... a coisa perderia a graça... cada um deve ter o seu próprio estilo com as roupas que lhe apetecer e ponto. Mais sorrisos verdadeiros, sim, faltam tantos sorrisos de manhã quando vou para a estação. As pessoas vão de olhar triste, paradas, em pleno marasmo, inclusas nos seus pensamentos, nas suas mágoas, num mar de coisas inexplicáveis (com certeza). Não pode ser! A vida é curta, oiçam música... a alegria invade-nos o espírito... logo pela matina... (comigo é)!! Mais amores de verdade, sim... faltam amores de verdade, falta muito amor a esta gente que habita este planeta!!

A verdade é que é necessário mais lealdade, mais sinceridade, mais frontalidade, no fundo, mais verdade no geral. Portanto, minha gente, sejam verdadeiros. Afinal, não custa nada! Embora haja crise, a verdade ainda é de graça! Invistam nela... na verdade!!

Para hoje.

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Hoje a mensagem é: mantenham-se fortes! Aconteça o que acontecer: tentem não complicar muito. A vida é tão efémera. Exemplo: Um colega do meu pai faleceu há dois dias, apareceu-lhe há cerca de 1 ano um cancro na garganta, e o senhor teve o envelope do resultado do diagnóstico fechado a sete chaves durante cerca de 6 meses. Não o culpo, porque foi a decisão dele. Talvez pudesse ter-se curado, talvez não... Ninguém sabe. Nós pensamos sempre que "isto da vida enquanto dura" é para sempre... nem sempre encaramos o dia de hoje como, talvez, o último. Mas... o inesperado pode acontecer. Acha-mo-nos fortes e, por vezes, até de ferro. Infelizmente a "coisa" não se processa desta forma. Este senhor deixou um filho de 16 anos e a sua esposa. Estas notícias são sempre tristes e deixam-nos sempre nostálgicos. Aproveitem bem a vossa família, abracem-na! Só têm uma!

Mudando de assunto, estou cheia de dores de cabeça. E além disso, hoje não bebi a quantidade de água que me foi recomendada. Ando a falhar. No entanto, consegui cumprir a meta de subir e descer escadas. Sinto-me leve.

Ohhhhhhhhh, mais coisas, nos comboios e afins há sempre peripécias, quando estiver inspirada, conto-vos. 

domingo, 10 de março de 2013