terça-feira, 30 de outubro de 2012

Boa noite, pequenos Valetes!

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Estava para aqui animada a fazer umas coisas. 
Tenho que começar a organizar umas tantas outras outras. 
De qualquer forma, boa noite... meus pequenos valetes!
Até amanhã!

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Das conversas.


Disse à minha mãe que este ano não queria Natal cá em casa, com isto quero dizer... árvore de Natal. E 'atentem' ao que ela me respondeu: "Pois, Ana, também nunca és tu que a fazes." Pronto, matou-me. 

Bom diaaaaaaaaaaa, pessoas!

Gostávamos que tudo fosse uma mar de flores... quando... 
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... na realidade há um longo caminho a percorrer.


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Força a todos que querem cumprir objectivos! 
Hoje é um bom dia para recomeçar ou continuar!

Até amanhã.

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Por hoje, fechei a loja! Já iniciei o ritmo. Finalmente. Agora é para continuar. Esperemos. Aliás, tem mesmo que ser. Na televisão está a dar a Casa dos Segredos. E eu... vá... vou ver um bocadinho! 

domingo, 28 de outubro de 2012

Sustos.

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Às vezes é preciso perder-mo-nos de nós, para voltarmos a encontrar o nosso eu. E são os sustos/adversidades que apanhamos ao longo da vida, que nos fazem ser quem somos. Eu ainda tenho muitos por apanhar. E,certamente, vocês também. Bem... vou estudar!

Eu gostava muito.

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E quero!

Bom dia!

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Mudou a hora. E eu hoje que acordei tão "supostamente" tarde! Hoje pretendo estar focada nos estudos. Sexta tenho um teste. E vou ver se hoje ganho, finalmente, ânimo para me dedicar a este teste. Talvez ainda estude mais um pouco para outra cadeira. 

sábado, 27 de outubro de 2012

Da liberdade.

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Hoje não acordei muito bem disposta. O dia até começou com uns raios de sol. Mas o que querem que vos diga? Acordei com os pés de fora. Não gosto muito que me contrariem, quando eu faço tudo o que posso para não desapontar ninguém e, sobretudo, para não desapontar a mim mesma. Ontem fui ao médico, e a consulta que era para ser sobre uma determinada especialidade, acabou por se tornar numa espécie de consulta de psicologia. Gosto deste género de médicos que tentam abrir a mente... nomeadamente... à minha mãe que me acompanhou. Há que mudar mentalidades, formas de ver o mundo. Há quem tenha crescido não só em altura. Mas em espírito.

A propósito de outras conversas, ontem disseram-me que as pessoas só ouvem o que realmente elas querem ouvir. E, sim, é verdade. Mas há, de facto, que parar para pensar quando estamos a cortar a liberdade aos outros, em função de caprichos alheios. Nunca retirem a liberdade a quem vos rodeia. É algo que estou a começar a aprender nos últimos tempos. Deixem-nos fazer o que os faz feliz. Não lhes cortem as asas. Não os limitem. Se insistirem em fechá-los a si mesmos, presos no seu próprio mundo, digo-vos que as consequências futuras podem ser piores. É nestas alturas que os males acontecem. Ninguém é perfeito. E é com as imperfeições, com os erros que se aprende e, muitas vezes, se sofre. Há muitas formas de contrariar os outros, mas há que saber contrariar, analisar a situação, ponderar o que poderá ser melhor para eles. E, não, não me venham com a história da preocupação. Preocupação a mais é algo doentio. Não é apenas dizer o não porque não. Há que saber justificar convenientemente. "A vida é curta e tens que a viver, aproveitar a tua idade", não é o que me está sempre a dizer? 

Ontem foi o dia das conversas, na faculdade, em casa. Disse à minha mãe que, talvez, se fosse um caso perdido (uma tal de "galdéria"), possivelmente teria acesso a mais liberdade. Mas como sou certinha e faço para tal, prendem-me a mim mesma. E acreditem que isso não é nada bom! A liberdade é algo bom, certo? 

Nos últimos tempos tenho tentado mudar. E, confesso, mudei a minha maneira de ser. Sou uma pessoa mais aberta. Há momentos em que temos que saber contrariar o que nos impõem, claramente, na medida certa. Mas os que nos rodeiam terão que saber respeitar o nosso espaço, a nossa vida, o nosso mundo. E isso para mim ainda está a um passo de acontecer. Enquanto eu viver presa, não literalmente, não conseguirei evoluir e crescer. Todavia, há pessoas que ainda não compreenderam isso. Pode ser que um dia acordem despertas para tal. 


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Esperem.

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Nada é de graça neste mundo....

hmmm...


Os abraços e os sorrisos ainda são. 
Sorriam e abracem-se mais! 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Da tristeza.

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Hoje estou triste. Não por nenhuma razão em especial. Estou triste,simplesmente porque estou. Talvez porque não saiba o que quero, desde as coisas mais simples... até às mais complexas. Triste. Às vezes gostava de encontrar o caminho das coisas. Gostava de ter um livro de instruções detalhado que me indicasse o rumo correcto das coisas. Gostava que tudo fosse linear e trivial. Sem jogos. Gostava que fosse simples e directo. Porquê tantas voltas? Tantos caminhos. Um labirinto que nos leva num emaranhado. 

Mas... be strong and move on

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Das bicicletas.

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Hmmmm, tão bom recordar. Lembro-me bem de aprender a andar de bicicleta. Eu adorava. Primeiro foi com rodinhas. O meu pai era obrigado a levar-me a passear sempre que eu queria. Depois aprendi a andar sem rodinhas. Ui. Uma aventura. Eu achava-me a maior 'guiadora' de bicicletas do mundo. Era preciso uma santa paciência para me aturar. Caí muita vez, mas com a minha persistência. Aiiiiiiii, tanta persistência que eu tenho. Mato-me se for preciso para alcançar um objectivo. E, sim, quase me matei para aprender a andar de bicicleta. Ainda hoje tenho as ditas cicatrizes. Mas, confesso-vos, valeu a pena. Valeu muito a pena esfolar os joelhos. Vou sempre lembrar-me dos bons momentos que passei a andar de bicicleta. Dos momentos em que nunca queria voltar a casa, em que berrava no meio da rua, em que quase me arrastavam para voltar a casa. Bons momentos, que não se esquecem. Que ficam para sempre! E, apesar de tudo, aprendi rápido. Eu era uma fofa!

Bem, um dia conto-vos como aprendi a nadar. Mas isso fica para outro dia!

Da sinceridade.

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Acho que a sinceridade aplicada a cada uma das nossas acções, faz de nós mais genuínos. E cada um de nós devia de ser (ainda) mais genuíno, original.