sábado, 27 de novembro de 2010

Da felicidade


A verdade é que ninguém é verdadeiramente feliz com o que tem. Às vezes é melhor "pular" a cerca, partir para a vivência dos nossos sonhos, caminhar sobre o indefinido da vida, dizer adeus ao que um dia nos fez sentir triste, guardar na gaveta das recordações aquelas pessoas que um dia nos fizeram felizes e os melhores momentos da nossa vida. Descobrir o que está do outro lado, tocar com toda a sensibilidade o que a razão não consegue. Tudo porque, às vezes, a felicidade está tão perto, mas o medo de fracassar é tão grande. Partir para a descoberta... é algo que só os corajosos conseguem.

Alguém por aqui costuma ler manga/ ver anime?

Estou a fazer um trabalho sobre as ocupações dos alunos lá na faculdade, e um dos grupos colocados no inquérito está associado a isso.

Alguém vê/lê??????????????????????????????
Gostam??????????????????????????????????


Vá não se acanhem, depois digam qualquer coisa?
Este fim-de-semana vai ser uma autêntica seca!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Um sorriso vale tanto.
Algumas palavras valem mais.
=)
Ontem disseram-me: "Ana, acalma-te, deixa de ser actriz e começa a assistir ao filme". Nunca tinha ouvido tal frase, mas, na verdade, suou-me bem. É ISSO QUE VOU TENTAR FAZER!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Cada vez mais acho que o dinheiro faz mal às pessoas, o facto de terem tudo e mais um "par de botas", fá-las ser insensíveis à própria realizade, prejudicam-se, maltratam os outros, prejudicam os outros. Enfim. Um mero desabafo que fica registado.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Totalmente difícil

Estava aqui a ter uma conversa entre amigos... sobre a vida, sobre o destino, sobre aquelas coisas que raramente falamos porque as tarefas do dia-a-dia nos tiram tempo. Tempo coisa que não aproveitamos SEMPRE da melhor maneira, pelo menos eu. Há coisas que acontecem simplesmente porque tinham que acontecer, tal como... passámos naquele sítio porque outra coisa nos obrigou, quando nem sequer tínhamos idealizado passar por lá. Cada vez mais acredito nos "traços e nos rabiscos da vida", demarcados pelo destino inexorável. Acho que complicamos o que é simples, que temos altos e baixos, e que são esses baixos que nos fazem mais tarde abrir os olhos para depois sermos felizes, efectivamente.

Porque para mim... a partir do momento em que nascemos só temos duas coisas a fazer: viver e depois morrer.
Há dias em que ficamos assim... aliviados... noutros ficamos tristes como se tivessemos perdido o nosso brinquedo favorito.
QUERO DORMIR...............................

TERÇA TESTE.....................................

ESTUDO 0%........................................

FREQUENCIA HOJE...........................

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Vou dormir dentro de 20 minutos, ou seja, às 21h. Estou mesmo a precisar. Vai fazer-me tão bem =)
Já começo a sentir falta dos dias de sol, do calor, dos passeios à beira mar, da areia quente, do bronze natural da pele. Nunca estamos contentes. Essa é que é a verdade.

sábado, 20 de novembro de 2010

Já me senti por várias vezes tentada a acabar com este blogue. Todavia, há sente algo que me "puxa" e, consequentemente, impede de o fazer. Cada vez mais confio na terapia blog-blogger. Acho que é muito mais eficiente do que ir ao psicológo e relatar-lhe as últimas peripécias da minha vida. Acreditem... ter um blog anónimo é do melhor para desabafar o que nos vai na alma, àcerca do que vemos, do que sentimos, com quem convivemos, da verdade, da falsidade. Mas a verdade é que este não é, definitivamente, um blogue anónimo. E eu, pessoa de bem, discreta, nada conflituosa, tímida, acanhada e um pouco teimosa... tenho algum cuidado com o que aqui escrevo.
No nosso dia-a-dia há muitas coisinhas que nos ficam entaladas na garganta (se não milhares), muitos pensamentos. E, não, eu não sou daquelas pessoas que dizem tudo o que pensam imediatamente. Sou bastante pensativa. Penso mais do que aquilo que falo. Acredito que mais fale poupar saliva, que a gastar inutilmente. Gosto de conhecer bem as pessoas primeiro, mesmo que há distância. Aprecio-lhe os gestos, a maneira de agir e de falar.
No outro dia, tive um episódio um pouco parvo. Mas... é verdade cada vez menos gosto das pessoas (não me interpretem mal), bem sei que há pessoas boas e pessoas más. Mas... há coisas que não tolero. Depois... há quem me diga bom dia todos os dias ( e eu digo), há quem nunca me diga nada e eu não digo, há quem me fale só quando lhe interessa. Há quem gostemos, há quem não gostemos. Se bem que eu raramente me dou mal com as pessoas. Adapto-me... embora chegar à confiança comigo seja muito complicado. Sou muito calada para quem quero, nos momentos que quero. E isso faz de mim alguém que vive no seu mundo, na sua esfera cristalina e um tanto obscura, em certos momentos.
Aprendi com o tempo, que há que desprezar quem não interessa, há que falar com quem confia em nós, em quem nos fala sempre e nos pergunta se estamos bem/mal, o motivo e afins. Confesso, às vezes também não vejo as pessoas,  não é por mal, mas acontece (já vos aconteceu).
Observo que os últimos dias não correram bem, nem mal. Correram assim assim. Com o tempo, as feridas curam-se, os pensamentos alteram-se. Preciso de mudar qualquer coisa em mim, porém, preciso de descobrir essa coisa... "esse" pormenor que me faça ir ao meu encontro.
Faz-me bem escrever. Eu adoro escrever textos, mas "bonitos". Eu sei este texto de bonito não tem nada, de filosófico muito menos, mas tem algo de mim, que ninguém lhe pode retirar. Há que aprender a aceitar os nossos erros, há que festejar as nossas vitórias e aceitar as derrotas. Nada na vida é fácil. Eu sei. Há momentos de sorte, outros de menos sorte.
Ninguém é totalmente feliz, tal como ninguém vive eternamente triste. Não me venham falar nisso. E se assim fôssemos? Bem, seria uma grande chatice, uma enorme chatice. Não saberíamos avaliar as boas coisas da vida, as pequeninas e simples que nos fazem aceitar os bons momentos, partilhar alegrias, dar abraços, trocar palavras meigas. Há momentos para tudo. Depois há outros cujas lágrimas nos correm pelo rosto, em que choramos como se não houvesse amanhã, em que alagamos o nosso mundo imaginário para mais tarde vir o sol e nos dar um arco-íris. Bem...
Mas de tanto escrever, escrever com e sem sentido. Cansei. Cansei porque me fartei da incoerência de certos momentos, da falta de sentido de algumas palavras, das boas acções alheias, das falsidades mundanas.
HÁ MOMENTOS EM QUE TEMOS QUE MUDAR. E mudar custa.