Apesar de não ter feito nada de especial hoje, sinto-me cansada. Quarta vou arrancar o outro dente do ciso. Espero que corra tudo bem. Já estou recuperada do anterior. Parece que entrei oficialmente em época de dieta, ainda que seja apenas por um dia ou por umas horas. (Não consigo levar estas coisas [das dietas]a sério.)
sábado, 28 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
O regresso à rotina
De segunda a uma semana, estarei novamente a entrar no meu ritmo normal. Voltarei de novo à minha rotina. Novo horário, novas cadeiras. Nova pressão. Enfim, lá terá que ser. Resta-me aproveitar os últimos dias da mellhor maneira possível.
hihiihihihih
Há horas a ler o mesmo blogue.
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Dias! Férias! Desabafos! Castidade! Esperança! Sacrifício!
Ultimamente a frase que mais repito é: "Eu tenho sempre uma palavra amiga". Mas a verdade é que ando rabugenta, chata e irritante. De facto, ando farta de mim. Isto porque ultimamente não tenho nada de relevante para fazer. Gosto de me sentir útil. Porém, estou de férias e o melhor é ficar quietinha no sofá de comando na mão, na toalha de praia, de livro em punho sentada no banquete cá de casa. Descanso absoluto, sem danos colaterais.
Mas depois ponho-me a ler as notícias e encontro uma caricata e que me faz pensar nas dietas e nessas coisas todas (que pretendo colocar bem no fundo do meu espírito inquieto). Uma senhora, de origem tailandesa, com 274 quilos foi retirada de casa numa grua! Ai cruzes! Ora bem, eu tenho menos de 200 e tal quilos relativamente a esta senhora, todavia, nos últimos dias tenho-me consciencializado que tenho que emagrecer qualquer coisinha. Uns 5 quilos a menos era perfeito. Mas para isso é preciso muito!!! É preciso deixar de olhar para as delícias gastronómicas alojadas nas prateleiras cá de casa, principalmente no congelador onde há fabulosos gelados de chocolate, morago, tiramisú... aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
Acho que já me sinto melhor! Desabafei! Porém, vou pensar seriamente na ideia de começar uma dieta. Oh, mas uma coisa leve e aos poucos, nada de extremos.
Sexta-feira! Descanso ou Bebedeira! Escolham!
Hoje é sexta-feira, portanto, nada mais interessa. A chegada do fim-de-semana, esse grande dia. Saídas à noite, comas etílicos, acidentes de aviação, abortos sucessivos. É o fim das férias também ajuda aos excessos. Coitados é dos médicos, dos enfermeiros, dos auxiliares e de todos os outros membros hospitalares que como estão a trabalhar acabam por não ter sossego. Vá... vamos ter uma perspectiva positiva, além de ganharem mais (como estão a trabalhar à noite), não haja dúvidas de que têm muito trabalho por onde se ocuparem. É... são bonitas as noites à portuguesa.
Vá mas não falemos no global, 20% detestam álcool, drogas, entre outros vícios de colocar um qualquer indíviduo de caixão à cova. Preferem antes um filme, ou um livrinho minimamente interessante. Cultura. Teatro. Sim, porque ao menos assim sempre aprendemos qualquer coisinha. Isto sim!
Agora ir parar aos hospitais a meio da noite por situações trágicas não queremos. Aliás, nessas situações não conseguimos aprender nada. Afinal não conseguimos lembrarmo-nos de absolutamente nada no dia seguinte.
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Férias
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Meio mundo a enganar outro
Sabem uma coisa????!!! Isto anda meio mundo a enganar outros mil mundos! Conselho brutal, cuja sabedoria popular protege com unhas e dentes: andem sempre com um olho no cigano e outro no burro. As ruas, as avenidas, as praças, as estradas, as aldeias... e tudo o mais... não estão para brincadeiras. Pessoas simpáticas de sorriso nos dentinhos a querem enganarem-nos com as suas falinhas mansas. Vá... atenção... meus amigos... olho vivo!!!!!
Hmmm, mas apesar de tudo tento acreditar que existem pessoas boas, que dariam a vida umas pelas outras em prol de um bem maior. Será??? Bem, o que é certo é que eu prefiro crer desta forma. Ai ai. Cá vamos vivendo.
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Filme
Acabei de ver um filme: "The Blind Side". E sabem que mais? Adorei. Talvez alguns de vocês já o tenham visto. Daqui a pouco vou ver se relato sobre os assuntos que o mesmo me fez pensar. Por agora vou jantar.
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Dia-a-dia
Desejos e Filmes e Livros e Escrita
Nestas férias já vi tantos filmes. Umas dezenas. Ainda não chegaram às centenas, para mal dos meus pecados. Gosto de desfrutar de um bom filme, tal como ler um bom livro, passear, ler ou viajar. Não... não sou viciada em ver filmes. Gosto simplesmente. Entusiasmo-me com o enredo, com a respectiva história, com o desempenho dos actores/actrizes. Um dia... "quando for grande"... gostava de fazer um filme. Mas um filme em grande. Vá vai sonhando. Oh, também gostava imenso de escrever um livro. Confesso que até tenho algum jeito. Acho. Consigo dispersar, imaginar locais nunca vistos, procurar os seus pormenores ocultos, divagar nas gavetas escondidas no meu íntimo, descrever. Ohhhhh como eu gosto de descrever. Imaginação, palavra fulcral para uma boa obra.
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Férias
Pontos de vista
Estou para aqui a ver os noticiários. Assaltos, caso Rosalina, gato no lixo, partidas para o Paquistão, destinos de eleição cá dentro (em Portugal). Oh páh. Se houvessem notícias mais alegres nos telejornais uma pessoa até ficava mais bem disposta. Nem tudo pode ser mau. Vá lá... acabo de ouvir que há cada vez mais jovens a praticar trabalho voluntário. Perfeito. Excelente. "Boas acções". Tudo depende dos respectivos pontos de vista. Aprende-se sempre qualquer coisinha com os erros/boas acções dos outros.
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Opinião
Modos de VIVER
Eu bem sei, todos os dias são uma eterna aprendizagem. Se observássemos com mais atenção os pequenos pormenores da vida, saberíamos aproveitar melhor os momentos, as circunstâncias, até mesmo os próprios obstáculos que se atravessam na nossa estrada. Ninguém tem o caminho absolutamente livre, existem aquelas ervas daninhas, as pedras gigantes... "coisas" que nos podem atenuar a força, a vivacidade. Todavia, seja como for, acredito cada vez mais que se acreditarmos nas nossas capacidades, consciencializarmo-nos dos projectos que temos em mente (sobrepondo-os a qualquer custo) conseguiremos ser mais fiéis a nós próprios. Sabem porquê? Porque a concretização pessoal, até mesmo a emocional não está à venda na prateleira do centro comercial mais próximo. Está, antes, dentro de nós. É com as nossas ambições regradas e com os sentimentos/âmbito racional no sítio que conseguiremos ser aquilo que verdadeiramente queremos.
Bem... e vou deitar-me que hoje fartei-me de escrever. A chegada do fim das férias está a fazer-me mal aos fusíveis de livre arbítrio.
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Férias
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
A humanidade está perdida
Hoje as pessoas estão cada vez mais perturbadas. A imagem da senhora, na Holanda, a atirar o gatinho para o caixote do lixo diz tudo. Expressa que a humanidade está totalmente perdida. Hoje compra-se, amanhã deita-se fora. Materialismo desmedido. Age-se em prol dos limites, dos extremos. Não há como distinguir o preto do branco. É por isso que a captação desta imagem pode dizer muito àcerca de como vivemos, de como encaramos os outros seres, as outras espécies. É triste, mas é uma realidade.
Há quem compre tudo o que vê à frente, apenas porque goste naquele dia, naquele momento. Talvez porque essa "acção" venha a tranquilizar um espírito inquieto. Há que saber encarar os problemas. Há que fugir aos novos problemas provocados pelos problemas antigos. Ora vejamos se uma pessoa tem uma conta enorme das finanças para pagar (coisa nada agradável). Essa mesma pessoa deve encarar o problema de frente. Deve afogar os seus pensamentos exclusivamente em soluções. E não é num casino que os vai resolver. Até pode. Mas se tal não for possível poderá agravar a situação, resultando num problema novo. E sim, este seria bem pior. C'est la vie.
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Todas as vidas têm um MAS
Hoje estou de olho em assuntos mundanos. Estou por aqui a ler os meus blogs favoritos e a dar comigo a pensar em coisas e mais coisas. Às vezes pergunto-me porque penso tanto, fazia-me bem não pensar tanto. Há gente que se queixa devido ao facto de ser demasiado "cabeça no ar". Eu, pelo contrário, queixo-me do contrário. Demasiado concentrada, embora às vezes desastrada. Mas acho que sei qual é o meu mal. Vivo demasiado no meu mundo. Não, não é um mundo encantado. Mas também não é um mundo brilhante. Todavia, pode dizer-se que não tenho problemas graves absolutamente nenhuns. Aliás, antes vivo na minha esfera natural, rodeada por um invólucro de um qualquer material que me protege e me faz ver o mundo de uma forma diferente das outras pessoas. Será que isto será um problema? Não me parece. Bem, a falar desta forma parece que sou autista (não tenho nada contra autistas, bem pelo contrário são pessoas formidáveis e extremamente sensíveis). Todos temos um defeito. Ou vários. Diversos. Este talvez seja um dos meus. É bom reconhecer que este blogue me tem mostrado um caminho, um conhecimento do mundo alheio, mesmo sendo virtual. Hoje posso concluir que não foi em vão que criei este blogue.
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Dia-a-dia
Conclusões básicas, embora necessárias

1. Cada vez mais acho que o mundo é pequeno. Às vezes podemos pensar que não conhecemos certas e determinadas pessoas, mas afinal até já tinhamos conhecimento de quem já a conhecesse. Casos como este têm-me acontecido mais frequentemente.
2. Todos nós, por mais ricos que sejamos, ou, pelo contrário, pelo mais pobres - todos sem excepção - já pensamos como seria a nossa vida se nela mudássemos certos e determinados pormenores. Coisas simples e pequeninas. Na minha opinião, para se ser feliz (no verdadeiro sentido da palavra) é necessário dar-mo-nos aos outros, partilhar experiências, entre outras coisas. Todavia, nem todos temos a mesma facilidade para tal, outros mais, outros menos... mas ainda assim socializar faz parte da vida de qualquer pessoa.
3. Outra coisa que me faz cada vez menos espécie são os medos. Encaro-os, de frente, mais facilmente. Há quem não saia à rua de carro com medo de ter uma acidente. Há quem tenha medo de aranhas, outros de alturas, outros da solidão. Mas... tudo isso poderá ser ultrapassado com a calma necessária, com empenho no combate derradeiro, com coragem.
4. São os obstáculos que nos fazem crescer verdadeiramente. Olhar para nós. E depois vislumbrarmos os outros com outros olhos. É certo, ninguém disse que viver é fácil, que eu ou os outros somos fáceis de compreender, de entender. O que importa, na minha sincera perspectiva, é olhar para essas "barreiras da vida" com um sorriso, mesmo que por vezes amarelo. Mas, ainda assim, um sorriso.
E pronto... já disse o que ia cá dentro. Desabafos normais, embora desabafos.
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
Melhoras à vista
Sim meus amigos, hoje finalmente reconheci a minha recuperação. Grata pelas rezas, pelas promessas que alguns possivelmente fizeram (ehhehe). Isto... ao fim de horas de sofrimento. Parecia que tinha pequenos bisturis a partir-me a boca. Vá vá... não exageremos. Hoje estou deliciada no meu sofá... mas por pouco tempo. Daqui a pouco vou para a corrida. Já passei os olhos pelos meus blogs favoritos, comentar é que não comentei. Podem chamar-me preguiçosa... mas a verdade é que adoro ler blogs, todavia comentar não é o meu forte (apesar de adorar escrever). Acordei à pouco mais de 30 minutos, porém, para quem não dormiu nada na noite do dia anterior pode dizer-se que o balanço foi positivo.
Bem... tenham um bom dia meus pequenos trolls, como alguém da blogosfera diria!!!
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Ai dores
Já não sei que faça ou que diga, se escreva ou fale, se leia. Estou neste momento a ver o diário de notícias, na tvi. Notícias... mas notícias tristes. Mas... o que eu preciso é de coisas felizes. Vá o que eu precisava agora era de uma núvem de sono, e não de saber que houve um ataque nas Filipinas, nem que caiu uma árvore na Madeira, nem de saber que os médicos excluem certas coisas para ganhar mais dinheiro. Sim, eu hoje estou do contra. Blogue, televisão, dores e mais dores, esticões, calor. Ai... se continuo assim daqui a pouco estou a arrancar os meus próprios cabelos. Quer dizer não exageremos. Se bem que nem com os medicamentos as dores malditas aliviaram. Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!
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